Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2021

Eis que depois de meses retorno a escrever algo por aqui. A essa altura, meus alter egos que leem o blog já estão acostumados com os hiatos. Estou sem computador pessoal e custei a conseguir permissão para acessar o wordpress do note corporativo. Por sorte consegui tal permissão a tempo de participar do Meme Gamer 2021 e aqui estamos.

No ano de 2021 adquiri um Playstation 2 com OPL (o que é muito feio, não sigam meu exemplo crianças), então boa parte do que joguei foram jogos desse titã da “geração 128 bits”. Isso fora os jogos repetidos que eu jogo não todo ano, não todo mês, mas dependendo do caso toda fucking semana. Enfim, vou inserir aqui tudo o que eu me recordo de ter jogado em 2021.

Como ainda estou sem computador pessoal, os textos que aqui publicarei até resolver essa pendência não terão capas ou imagens personalizadas.

Como de praxe, os textos de todos os participantes dessa edição do Meme Gamer serão devidamente linkados ao final deste aqui.

Sem mais delongas, vamos iniciar a minha participação no “Meme Gamer: O que você jogou em 2021”.


Pokémon Fire Red (Game Boy Advanced)

 

Basicamente todo ano eu jogo Fire Red. Todo ano em um dispositivo diferente (o celular do momento, Pocket Go, algum emulador de PC). Toda vez começando do zero, capturando e evoluindo meus Pokémons favoritos, vencendo líderes de ginásios, conquistando insígnias e me tornando um mestre Pokémon.

Pokémon Fire Red é meu jogo favorito da franquia. Eu amo esse jogo.


Final Fight One (Game Boy Advanced)

Não sou o maior fã do Final FIght original, devo assumir. É um bom e belo jogo e nele nasceu um dos chars que mais gosto no mundo dos games, mas o jogo em si é um papa fichas sem vergonha, como era de se esperar de um jogo de arcade de sua época.

Final Fight One é a adaptação do original para o Game Boy Advanced que é mais justo em sua dificuldade, contém todas as fases do arcade (ouviu essa Super Nintendo?) além de umas adições interessantes. Destaque para os diálogos que rolam com os chefes de fase.

Ademais, dadas as limitações de hardware do Game Boy Advanced o jogo é lindíssimo.

Final Fight One é uma recomendação fácil para qualquer pessoa que goste do gênero e do jogo original. Pessoalmente é a minha versão favorita de Final Fight.


Streets of Rage (Master System)

Depois de ter comprado um Pocket Go, também conhecido como a aquisição gamer mais “sem vergonha” da minha vida inteira (um dia escrevo sobre essa decepção desgramenta) tentei começar a cobrir um antigo gap meu: jogos de Master System.

Comecei essa minha saga (que durou dois jogos somente por conta do maldito do Pocket Go) por Streets of Rage e me surpreendi bastante.

Considerando ser um console de 8 bits, o que se alcançou aqui superou minhas expectativas. Caso se interesse, leia o meu texto sobre o jogo clicando AQUI.


Streets of Rage 2 (Master System)

“Uma absoluta bosta”, por EduFarnezi.


Tekken 2 (Playstation)

Tekken 2 foi possivelmente o primeiro jogo que eu joguei no Playstation em seu período de lançamento. Foi mágico ver aquele monte de personagem quadradão se matando na paulada. Fora que aqui nasceu meu char de fighting games favorito, Lei Wulong.

O jogo envelheceu super mal, mas ainda assim sempre terá um lugarzinho no meu coração gamer. Ainda acho fabulosa a obviamente datada CGI de finalização de Jun Kazama (que segue abaixo).


Tekken 3 (Playstation)

Esse aqui não envelheceu mal não, pelo contrário, ainda é um jogo delicioso de se jogar.

Tekken 3 trouxe a série para a sua maturidade. A partir daqui Tekken ganhou identidade própria e iniciou sua caminhada para se tornar uma das franquias mais importantes da história dos Fighting Games.

Com um cast de personagens variado e enorme, trilha sonora matadora, inacreditáveis gráficos para um Playstatiion e modos de jogo a dar com pau, Tekken 3 merece estar no hall dos melhores e mais vendidos jogos do console, bem como certamente é o melhor e mais importante jogo de luta de seu tempo.


Ridge Racer Type 4 (Playstation)

Antes de Ridge Racer inventar moda de tentar se ocidentalizar e por consequência perder sua identidade e relevância, caindo no ostracismo (ironicamente o Inafune não tem culpa nesse aqui, rá!) eu adorava Ridge Racer.

Dentro os jogos da série, Ridge Racer Type 4, carinhosamente conhecido por R4, é o meu favorito.

O modo campanha do game trouxe um “elemento cool” em seus menus e no narrador que até então eu não tinha visto em outro game do gênero. Ali mesmo ele me ganhou. Isso sem contar com a trilha sonora incrível e belos visuais que se alinham com a jogabilidade arcade, veloz e furiosa da série.

Ridge Racer V e os demais são bons jogos (menos o Unbounded, foda-se o Unbounded), mas R4 ainda é o jogo especial dessa franquia para mim.

PS: A abertura é muito incrível. Segue abertura!


Dead or Alive (Playstation)

Eu sei que estarei sendo bem injusto com esse aqui, mas eu já achava isso na época de lançamento e isso não mudou nadinha por agora, então: “Uma absoluta bosta”, por EduFarnezi.


Ninja Gaiden 3 (Playstation 3)

Alguém na Team Ninja pensou: “E se a gente tentasse ocidentalizar saparada, simplificando e descaracterizando a franquia inteira, mudando tudo o que fez dos jogos anteriores um sucesso?”.

O mais incrível disso nem é o fato de o jogo ser uma absoluta merda, mas sim perceber que essa ideia não veio do Inafune. E sim, sou implicadíssimo com o Inafune.

Caso se interessem em ler algo sobre Ninja Gaiden 3 e suas atualizações, clique AQUI.


Space Channel 5 Part 2 (Playstation 3)

“Up Down Up Down Chu Chu Chu!”

Esse é o meu jogo rítmico favorito para sempre e eu jamais me cansarei de jogá-lo. A minha esposa sabe imediatamente que jogo estou jogando só de ouvir as músicas desse danado aqui.


Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time Re-Shelled (Playstation 3)

A pergunta a ser feita aqui é: “Por qual motivo sórdido eu me dei ao trabalho de jogar novamente esse excremento gamer em 2021?”.

A UbiSoft conseguiu pegar um dos melhores e mais icônicos jogos dos anos 90 e destruir absolutamente tudo o que fazia dele bom.

Não sei se o jogo ainda pode ser adquirido (por questões de licença e tal), mas se sim farei pessoalmente uma petição para removê-lo.


Metal Gear Rising Revengeance (Playstation 3)

Defenderei esse brilhante hack and slash da Platinum Games até o dia da minha morte

Esse spin-off da franquia Metal Gear é um furioso e incrível jogo. Aqui Raiden é o protagonista e (…) não falarei mais nada dele aqui.

Há alguns (não tão alguns) anos escrevi um review desse danado aqui para um outro site. Apesar disso não vou linkar esse review aqui, vou fazer um novo review em breve devidamente atualizado, fazendo refletir melhor minhas considerações de hoje sobre o jogo.


Dead or Alive 5 Ultimate (Playstation 3)

Em 2021 eu tive uma overdose de Dead or Alive, tendo jogado vários jogos da franquia. Eu gosto muito da franquia e posso afirmar que DoA5 é o melhor.

Desconsiderando a festa de DLCs, todos absurdamente caros, esse jogo é um fighting game competente, complexo e completo. Dead or Alive 5 é tão bom que a sexta versão não conseguiu sobreviver às expectativas.

A versão Ultimate não foi a última a ver a luz do dia, mas é a versão que eu considero a final para o PS3. A versão posterior de DoA5 possui está presente para o PS4 e faz mais sentido tratar dessa versão nesse console. E sim, eu o comprei em 2021 também (Shopee é demais!).


Street Fighter x Tekken (Playstation 3)

Esse jogo falhou em tantos pontos que não somente teve um revisionamento de mecânicas e regras de jogo gigantesca em 2013, mas também se tornou exemplo de como não se usar DLCs, não somente em jogos do gênero, mas no geral.

Street Fighter x Tekken foi um monumental fracasso de vendas para a Capcom, o que potencialmente matou uma possível versão do crossover desenvolvida pela Namco-Bandai e o time de Tekken.

Apesar de todos os óbvios problemas do jogo, ele ainda é mais divertido que o igualmente incompetente (mas relativamente bem sucedido em vendas) Street Fighter V. No fim do dia, ser um produto divertido é mais importante do que um não divertido.

Em resumo: Me chama para jogar Cross Tekken, mas não para SFV. Eu detesto SFV!


Streets of Rage (Mega Drive)

Resposta da Sega à exclusividade de Final Fight para o Super Nintendo, Streets of Rage não é somente um jogo incrível, também é um jogo melhor do que o jogo da Capcom para o console da Nintendo (que teve a pachorra de lançá-lo somente single player, bem como com uma fase a menos).

Aqui conheci aquele a quem chamaria de “deus da música eletrônica de joguinhos”: Yuzo Koshiro.

Eis aqui um jogo que eu jogo praticamente toda semana.


Streets of Rage 2 (Mega Drive)

Também conhecido como meu jogo favorito do Mega Drive (e com certeza se encontra no meu Top 5 jogos favoritos da vida) Streets of Rage 2 melhora absolutamente tudo o que foi visto no game anterior sendo muito mais belo e com um gameplay refinado, influenciado por mecânicas de fighting games (especificamente Street Fighter 2).

Yuzo Koshiro novamente brilha aqui, dando vida a uma de suas melhores trilhas sonoras. O cara faz magia com o chip sonoro do Mega Drive.

Eis aqui mais um jogo que eu jogo praticamente toda semana.


Bare Knuckles 3 (Mega Drive)

Apesar da adição providencial do movimento de correr no jogo, o que o deixou bem mais ágil, Streets of Rage 3 não é um jogo tão bom quanto o segundo no geral.

Os efeitos sonoros são fracos, o visual é meio caótico e a trilha sonora tem músicas que literalmente dão dor de cabeça no jogador.

A versão americana sofreu com algumas alterações que o deixaram inferior à versão japonesa (Bare Knuckles 3). Um chefe a menos, história alterada, dificuldade muito elevada, cores de roupas alteradas, vozes alteradas (e horríveis), entre outros.

Se tiver que escolher uma versão desse game para jogar, vá de Bare Knuckles 3 sem pensar duas vezes. Quanto a história do jogo, dá uma olhadinha em algum site esperto e pronto. Pessoalmente eu considero que “a versão americana nem existe”.


Pit Fighter (Mega Drive)

Não gosto muito de Pit Fighter dos Arcades (apesar de louvar sua inovação visual). Qualquer outra versão que não a do Mega de Pit Fighter é absolutamente inaceitável. A versão de Pit Fighter de Super Nintendo é nojenta. Mas eis que a versão de Mega Drive é uma delicinha!

Pit Fighter de Mega Drive pode não ter o visual apurado da versão dos Arcades (é bonitinho, deixo claro), mas é a única versão em que o gameplay realmente parece que foi pensado para ser jogado como um videogame. É a única versão em que os controles são verdadeiramente responsivos.

Até mesmo os personagens menores em tela quando comparados à versão do fliperama ajudam, pois dá a impressão de as arenas serem maiores e dá maior controle de espaço durante os embates.

Se você foi um dos amaldiçoados que somente puderam experimentar a desgraçada (ou odeio mesmo) versão do SNES, educadamente aconselho a dar uma chance para a versão do Mega Drive.


Golden Axe 2 (Mega Drive)

Golden Axe 2 é um caso bem específico. Não é baseada na “segunda versão” do game dos arcades, se parecendo muito mais com o jogo original, mas o melhorando em todos os aspectos.

Pessoalmente falando, Golden Axe 2 para o Mega Drive é o melhor jogo da franquia e é mais um dos jogos que eu jogo quase toda semana.

Se tu é um entusiasta dos jogos dos anos do período 16 bits e a trilha sonora desse jogo não te arrepiar inteiro, eu tenho uma má notícia para você: sua alma foi abduzida por Shang Tsung há tempos já.


Raiden Densetsu (Mega Drive)

Quando comparado com as versões de Arcade e de SNES, Raiden Densetsu para Mega Drive é obviamente a versão inferior desse jogo, entretanto temos aqui um efeito nostálgico pesado.

Essa foi a versão do jogo que eu mais joguei em casa nos anos 90 e é um bom jogo de qualquer forma, mesmo sendo inferior às outras, assim sendo, sempre a escolho para a jogatina.

Informação adicional importante: eu e meu pai éramos verdadeiras lendas nesse jogo no fliperama perto de casa, que felizmente tinha uma máquina gigantesca de Raiden Densetsu disponível.


Street Fighter 2: Champion Edition (Mega Drive)

A regra é clara: onde houver uma versão de Street Fighter 2 disponível para jogar, jogarei-a.

Essa versão de Street Fighter 2 é facilmente a minha favorita dentre as opções disponíveis nos consoles de 16 bits.

Para jogar a contento é absolutamente necessário o controle de 6 botões, o que por certo era um grande empecilho aqui no Brasil na época. Felizmente eu tinha acesso a um.


Teenage Mutant Ninja Turtles IV: Turtles in Time (Super Nintendo)

Turtles in Time para o SNES não é somente uma fabulosa versão do jogo para o arcade, é melhor que a versão para arcade.

Obviamente o visual do jogo para o console da Nintendo não era tão bom quanto o dos fliperamas (apesar de ser lindíssimo), mas o gameplay é melhor e as pequenas alterações entre os jogos (especificamente em alguns chefes) fazem a versão do SNES ser mais simpática.

Pessoalmente falando, essa é a versão definitiva do jogo definitivo das Tartarugas.

PS: Big Apple, 3am.


Street Fighter 2 (Super Nintendo)

Eis o jogo que definiu o Super Nintendo como a compra de videogame daquele momento pelo meu pai. Ele foi na loja comprar um videogame e a régua de escolha dele foi “o videogame que tem Street Fighter 2”.

Street Fighter 2 é literalmente o jogo mais importante da minha vida e o start disso tudo foi a versão de Super Nintendo.

Street Fighter 2 é o jogo que mudou minha percepção sobre videogame, que ajudou a me ensinar perseverança e a noção de se dedicar a algo e treinar para melhorar por esforço próprio. Que me fez conhecer pessoas importantes para a vida, que me ensinou a gostar do ambiente de fliperamas e que foi o responsável por eu ser um gamer apaixonado e interessado no mundo do entretenimento eletrônico a ponto de estudar questões técnicas desse universo por puro gosto e hobby.

Street Fighter 2 foi o jogo que me marcou a ponto de me influenciar, direta ou indiretamente, em tomadas de decisões de vida que eu tomaria décadas depois, como qual faculdade fazer e no que me focar profissionalmente.

Street Fighter 2 foi minha “primeira paixão” e eu ainda posso dizer sem sombra de dúvidas que eu verdadeiramente amo Street Fighter 2 do fundo do meu coração.


Sonic Wings (Super Nintendo)

Um delicioso e clássico “jogo de navinha” que apesar de ser desafiador é super acessível. Ele não é super técnico como Raiden Densetsu, bem como não é um hell bullet do capiroto.

Apesar de a versão mais conhecida ser a Special, disponível no Playstation, essa versão do Super Nintendo é a minha favorita de longe.

Joguei muito esse jogo danado com minha avó (e sim, minha avó é true gamer) e talvez devido ao efeito nostálgico essa versão de Sonic Wings seja a minha favorita.


Captain America and The Avengers (Super Nintendo)

Eu não gostava desse jogo na época. Agora, tendo jogado-o bem recentemente, afirmo não somente continuar não gostando desse jogo atualmente, mas gosto dele menos ainda do que na época.

Não rolou pra mim.


Pit Fighter (Super Nintendo)

“Uma absoluta bosta”, por EduFarnezi.


Tetris Attack (Super Nintendo)

Tetris Attack é o supremo jogo competitivo na longa história de jogos competitivos.

Não há nada mais visceral do que jogar Tetris Attack contra um amigo. Aqui não há batalhas online, a coisa é “téti a téti”, mano a mano, olho no olho. A verdadeira selvageria do multiplayer presencial na sala de sua casa. A glória e ódio ao vencedor. A humilhação ao derrotado. Glorioso!

Enfim, Tetris Attack é um dos melhores jogos de SNES e que infelizmente não costuma receber o reconhecimento que merece. Uma verdadeira pedra preciosa disponível no console 16 bits da gigante japonesa.


Sonic Blast Man 2 (Super Nintendo)

Sonic Blast Man 2 é um enorme avanço quando comparado ao original: mais personagens à escolha, multiplayer disponível, melhores visuais e gameplay refinado. Não é um jogo incrível, mas é um competente representante do gênero beat ‘em up para o Super Nintendo.

Vale a pena dar aquela conferida básica. Não vão se arrepender.


Final Fight 2 (Super Nintendo)

 

Final Fight 2 é basicamente o pedido de desculpas formal da Capcom pela fraquíssima conversão do primeiro jogo para o SNES.

Não há nenhuma evolução de gameplay aqui. A grande “inovação” é a possibilidade de se jogar com um amigo, principal e dolorido corte do primeiro Final Fight do console.

Gosto bastante desse jogo no geral, mas atualmente fica bem clara a falta de inovação e propósito real no lançamento desse jogo. Aliás, como Mad Gear saiu de uma gangue sem vergonha de Metro City no primeiro jogo e passou a ser um conglomerado internacional nesse segundo?


Final Fight 3 (Super Nintendo)

Na época do lançamento não fui o maior fã desse jogo. Achei o jogo muito cartunesco visualmente quando comparado aos anteriores e os inimigos muito genéricos. Jogando-o atualmente descobri que o meu eu de antigamente era um idiota.

As inovações em gameplay e na liberdade de seguir por diferentes rotas ao longo da jogatina elevam esse jogo a um outro patamar na franquia. Ademais, o Guy voltou.

Cara, o Guy é o Guy. O mestre Bushinryu supremo. O melhor char dessa franquia. Um dos melhores chars de Street Fighter. É o Guy, porra!


Fatal Fury 2 Special (Super Nintendo)

Lembro-me de que adorava ir na locadora jogar e/ou locar esse cartucho por um motivo muito especial: Ryo Sakazaki. Eu achava o máximo ter um personagem de outra franquia (Art of Fighting) dentro de um jogo de Fatal Fury. Anos depois, em 1994, descobri que a SNK concordava comigo.

Fatal Fury 2 Special é um fabuloso jogo de luta para o SNES. Encontramos aqui um grande e diverso elenco de personagens, mecânicas de jogo sólidas, design de personagens e cenários incríveis e trilha sonora deliciosa (apesar de ser muito inferior à versão Arcade). Esse foi um jogo que já era bom na minha mente e que ficou muito melhor atualmente.

Já mencionei que ele tem um char convidado de uma outra franquia disponível? Esse tipo de coisa é muito legal!


Top Gear (Super Nintendo)


Out Run 2006 Coast 2 Coast (Playstation 2)

Esse jogo é tão fucking divertido que “puta que me recontrapariu” é uma pena que ele não pode mais ser encontrado para compra oficialmente em canto nenhum.

Coast 2 Coast tem muito conteúdo e tudo é absolutamente divertido e inusitado. É uma perfeita releitura de um jogo clássico: não perde sua essência de diversão descompromissada arcade ao passo que o moderniza e amplia o potencial do clássico.

Em si e por si é um clássico moderno e é uma lástima que seja tão “impossível” de adquiri-lo oficialmente. Malditos problemas de licença de marcas!


Auto Modelista (Playstation 2)

“Uma absoluta bosta”, por EduFarnezi.


Need for Speed Underground (Playstation 2)


Neo Neo Battle Coliseum (Playstation 2)

“Lembra de quando a gente juntou um monte de personagens de franquias nossas e fez um jogo chamado The King of Fighters? E se a gente fizesse a mesma coisa de novo, de forma mais preguiçosa tecnicamente, mas chamasse de outro nome?!”, by SNK.


Def Jam Fight for New York (Playstation 2)

Não há nenhum jogo, absolutamente nenhum, que represente melhor a vibe dos anos 2000 do que Def Jam Fight for New York.

Aqui temos um elenco estrelado de cantores do mundo do Rap (vovó Jojô infelizmente não foi convidada) e de atrizes em uma história e construção de mundo que exacerba os mitos que circulavam o ambiente dos rappers. Ademais, o jogo é soberbo!

Se Pit Fighter tivesse ganhado uma repaginação moderna nos anos 2000 ele seria Fight for New York. As mecânicas de combate são simples e tudo é de fácil execução, os cenários são absurdamente interativos (em especial para os padrões de PS2) a ponto de poderem ser considerados um personagem por si só, os movimentos e estilos de luta são muito bem representados, os visuais são incríveis e o modo história é tão bom que até hoje jogos do gênero não conseguem se equiparar. E como cereja do bolo temos a presença de Snoop Dog fazendo as vezes do vilão aqui.

Ver o quão Fight for New York é bom me faz questionar o que diabos aconteceu com sua sequência para Playstation 3. Aliás, já tem resposta pra isso. Para quem se interessar, segue abaixo.


Tekken 4 (Playstation 2)

Tekken 4 é literalmente considerado a ovelha negra dentre os jogos principais da franquia. Dentre as reclamações estão o elenco pequeno, os cenários com desníveis e cenários não infinitos (é o primeiro que o fez) que permitiam combos de one hit kill e desbalanceava o jogo.

Apesar de tudo isso realmente ser verdade, eu gosto de Tekken 4. É possível que eu atualmente goste desse jogo por não ter jogado contra um inimigo humano competitivamente e assim sendo não encarei de frente problemas mecânicos e de desbalanceamento do jogo, mas no geral os bons visuais, controles responsivos e ótima trilha sonora me trouxeram boas horas de jogatina.


Soul Calibur 2 (Playstation 2)

Soul Calibur 2 é o melhor jogo da franquia, apesar de competitivamente a escolha de cada console da época possuir seu próprio char convidado especial ser terrível.

Ser o melhor de uma franquia que tem pontos altíssimos com Soul Calibur e Soul Calibur VI é o atestado de sua qualidade.

Ele pode não ter causado o mesmo impacto que Soul Calibur teve no Dreamcast, mas a sequência refina absolutamente tudo. A versão HD lançada para PS3 e Xbox360 por certo é merecedora de sua atenção.


Castlevania: Lament of Innocence (Playstation 2)

Lembro-me de considerar Lament of Innocence o melhor game tridimensional de Castlevania, mesmo após ter jogado os jogos do Playstation 3. Após essa jogatina de Lament fico feliz em continuar com essa crença, apesar de ter encontrado mais problemas do que me recordava.

Apesar de o castelo de Drácula nesse jogo ter um design totalmente relaxado (os mapas desse jogo são somente corredores que levam a arenas de combate, basicamente) o sistema de combate é delicioso, o visual é belo e com bom uso de cores vívidas e a trilha sonora é fucking foda.

Esse jogo vale um review atualizado meu e eu o farei.


Sega Sports Tennis 2K2 (Playstation 2)

O melhor jogo desse esporte na história da humanidade.

“Ah, mas eu prefiro aquele outro”. Você está errado. Simples assim.

Eu tenho uma saudade desses jogos de esporte oriundos do Dreamcast que vocês não fazem ideia.


KillZone (Playstation 2)

Eis o suposto “Hallo killer” que não conseguiu sequer ser o melhor jogo de tiro em primeira pessoa disponível no próprio console.

Verdade seja dita, há boas ideias aqui bem como bons elementos de jogo. A história e os personagens são bons, é um jogo com uma campanha longa e marcante, as animações de reload são incríveis (sério, incríveis mesmo) e visualmente ele tem lá suas virtudes apesar da paleta de cores mais marrons da história dos jogos do gênero.

Infelizmente, no geral muitos problemas atrapalham a experiência como mapeamento de botões ruins e não editáveis livremente e a sensibilidade da mira ser muito ruim (e não tem outro adjetivo aqui, é ruim mesmo).

Prometeram além do que conseguiram entregar aqui e isso nunca é bom, mas no geral me diverti bastante nos dois gameplays que fiz no jogo. Apesar disso, garanto que não tenho pretensão de voltar a jogar KillZone novamente.


Capcom vs SNK 2 (Playstation 2)


Black (Playstation 2)

Pessoalmente falando, Black é o melhor jogo de tiro em primeira pessoa da geração inteira. É um game direto ao ponto em que a ação tresloucada, aliada a um fenomenal trabalho de som de armas, explosões e ambientes, ditam seu ritmo.

Os cenários, ah os cenários, são super interativos e destrutíveis, ajudando ainda mais na sensação de caos e loucura em cada tiroteio do jogo. É quase inacreditável que Black realmente rode em um Playstation 2 ou um Xbox.

O game tem também um mapeamento esquisito de botões, mas nada que seja assim tão prejudicial à jogatina (é melhor do que em KillZone).

Se alguém algum dia te perguntar o “qual é” a de Black, é só informar que o jogo é a definição de ação tresloucada em primeira pessoa. Puro dedo no cu e gritaria generalizada digital.


Shinobi (Playstation 2)

Shinobi para PS2 é um clássico jogo de prazer culposo. O jogo tem muitos problemas, mas suas qualidades e boas ideias me seguram nele. Hotsuma é um personagem com design muito estiloso e o sistema Tate de combate é algo muito interessante e é relativamente bem aplicado.

Recomendo de verdade que se possível tentem dar uma chance a esse jogo, mas já aviso desde já que Shinobi é um jogo difícil e de filha da puta. Dito isso, eu quero desejar ao filho da puta que projetou qualquer segmento de fase (ou fase inteira) sem chão (o que leva a uma morte imediata) que você se vá se foder.


Nightshade (Playstation 2)

Sequência espiritual de Shinobi para PS2 e conhecido também por seu nome japonês Kunoichi. “Uma absoluta bosta”, por EduFarnezi.


Marvel vs Capcom 2 (Playstation 2)


Dead or Alive 2: Hardcore (Playstation 2)

Dead or Alive 2 é um dos melhores jogos de luta de sua geração e que infelizmente é mais conhecido pela opção de aumentar ou não o sistema de “Sabrina Boing Boing” das lutadoras do que por seus óbvios méritos enquanto um fighting game.

Sua mecânica principal de combate de “pedra, tesoura e papel” ganha sua real forma aqui e apesar de ainda necessitar de alguma lapidação já cria combates ágeis, tensos e que necessitam de muito mind tricks e leitura de jogo.

Una isso a visuais afiadíssimos, controles responsivos e cenários interativos e gigantescos como nunca antes haviam sido vistos em um jogo do gênero e você tem aqui uma preciosidade.

A melhor versão desse jogo por certo é a de Dreamcast, mas a versão para Playstation 2 não perde em nada no que mais importa, gameplay.

Vou falar isso até a minha morte: Dead or Alive não é um jogo que tem somente o apelo sexual como sustentáculo, é uma franquia com ótimas mecânicas de jogo e que merece a atenção de quem gosta de fighting games.


Devil May Cry 5 (Playstation 4)

No final do ano de 2020 a Capcom disponibilizou o DLC de Vergil para DMC5 de Playstation 4 e eu obviamente o joguei em day one.

Em 2021 mesmo joguei muito pouco Devil May Cry 5. Tive pouco tempo para jogar nesse ano e considerando que estava na vibe de Playstation 2, e que abracei a causa de outros Hack and Slash do console, ele ficou meio que “de lado”.

Por certo o jogarei mais em 2022.


Grid (Playstation 4)

Grid é, indubitavelmente, meu jogo de corrida favorito do console até o momento. É um jogo que em gameplay é um ótimo meio termo entre simulador e arcade e que é direto ao ponto: ligue o console, escolha um evento e vá correr.

Só não persegui a platina desse infeliz por conta do maldito troféu de correr a mesma quilometragem de uma volta ao mundo. Má vá se foder Codemasters!


Nioh 2 (Playstation 4)

Eu detesto “Souls likes”. Apesar disso, Nioh 2 me atraiu muito. Não sei se é a temática ou se é o sistema de combate MUITO superior aos jogos da From Software, mas esse jogo da Koei Tecmo me pegou. Detalhe importante: não gosto do primeiro jogo.

Estava jogando-o feliz e contente, mas daí uma boa promoção de Bayonetta surgiu, bem como o advento do Ninja Gaiden Master Collection, e eu deixei Nioh 2 de canto, nunca mais encostando nele ao longo do resto do ano.

Preciso pelo menos finalizar sua campanha nesse 2022. É compromisso!


Final Fantasy IX (Playstation 4)

Esse é meu Final Fantasy IX favorito de Playstation pelo simples fato de ser o melhor e eu posso provar isso se necessário!

Como bom nerd de RPG, o joguei sem nenhum auxílio e sem usar a opção de eliminar encounters ou de acelerar o jogo. Isso rendeu, de acordo com a Retrospectiva 2021, que ele se tornasse o jogo em que mais investi horas de jogo no ano.

Assim como fiz com Final Fantasy VIII, não o platinei por simplesmente achar que eu sabia tudo de cabeça, ter deixado passar uma “coisinha gigante” e perder um troféu que me levaria a jogar tudo desde o começo de novo para adiquiri-lo.

Má vá se foder né Farnezi!


Ride 3 (Playstation 4)

Adoro simuladores de moto, simples assim.

Estava eu jogando Ride 2 e tropecei em uma boa promoção de Ride 3. Não pensei duas vezes em comprá-lo e jogá-lo em detrimento ao 2. Resultado: O joguei por uma horinha e o deletei do meu cérebro completamente. Andei fazendo muito disso esse ano. Péssimo hábito!

Enfim, o jogo é uma delícia para quem curte o gênero e é facilmente encontrado por valores muito atrativos em promoções. Mas já deixo avisado que a curva de aprendizagem de pilotagem é íngreme.


Ni No Kuni 2: Revenant Kingdom (Playstation 4)

O jogo é lindo, carismático e muito competente no que se propõe. É substancialmente mais simples do que o primeiro apesar de os combates serem muito divertidos e no geral o casting ser adorável.

Tudo ia bem até o jogo se tornar um tédio. É muito fácil (mesmo nas dificuldades maiores) e sua simplicidade rapidamente se torna um problema fazendo-o parecer mais raso do que deveria.

Resultado do resumo acima: comecei empolgado, mas gradativamente me desinteressei e o dropei com a força dourada de uma “Extinção Estelar”. Honestamente não sei se volto para finalizá-lo ou se vou jogar novamente a versão remasterizada do primeiro jogo que é muito superior.


Senran Kagura Estival Versus (Playstation 4)

Após ter platinado o anterior (isso mesmo, platinado) caí de cabeça em Estival Versus na primeira boa promoção disponível.

Seguindo a linha de outros jogos de PS4 em 2021, parei abruptamente de jogá-lo em algum momento e não mais voltei. Ao contrário de Ni No Kuni 2 ainda quero voltar a esse danado e quem sabe platiná-lo também.

É um jogo simples e obviamente possui sim lá seu apelo “Kunoichi Boing Boing”, mas ironicamente seus sistemas de jogo são honestamente divertidos e no final das contas isso é o que mais importa, certo?


Kingdom Hearts 2: Final Mix (Playstation 4)

O melhor da franquia, simples assim. Kingdom Hearts 2 é uma real evolução ao primeiro jogo da franquia e é um dos meus jogos favoritos de Playstation 2. Só o seu sistema de combate veloz e furioso já garante uma experiência deliciosa no geral.

Foi aqui também que a história começou a descambar para uma galhofa inacreditável e desnecessariamente convoluta, mas ele até que ainda segura a onda bem nesse departamento.

Foi uma experiência deliciosa jogar novamente esse danado aqui e espero que Kingdom Hearts 3 não me seja tão decepcionante o quanto acho que o será. Descobriremos isso ao longo de 2022.


Captain Tsubasa: Rise of New Champions (Playstation 4)


Dead or Alive 5 Last Round (Playstation 4)

Versão final e definitiva de Dead or Alive 5, Last Round possui mais conteúdo do que a versão Ultimate (que portanto não é tão “ultimate” assim), o que inclui mais DLCs de roupinhas temáticas e safadas para os personagens, bem como a presença de uma convidada muito ilustre e não mais adquirível: Mai Shiranui (e puta que me pariu ela está linda nesse jogo).

Com um grande e variado casting, ótimo e complexo sistema de combate e cenários belos, amplos e interativos, Dead or Alive 5: Last Round é atualmente um esplêndido fighting game que infelizmente não mais oferece o casting completo a um jogador novato pois o DLC de Mai Shiranui não pode mais ser comprado oficialmente.

Esse jogo é um representante tão incrível da franquia que mesmo sua sequência não resistiu à comparação.


Dead or Alive 6 (Playstation 4)

Dead or Alive 6 começou todo errado. Sua campanha de marketing inicial prometia não mais focar na sexualização das personagens femininas, o que causou rage nos fãs de velha guarda (jamais entenderei marmanjo velho brigando por tetas virtuais, mas enfim…). Daí a Tecmo Koei ignorou essa ideia e tome teta virtual balançando, o que causou rage de gente que tinha curtido a ideia inicial. E daí quando ele foi lançado não tinha modos básicos de jogo, bem como o online era tenebrosamente injogável.

Resultado: fracasso absoluto de vendas.

Os problemas continuaram, como casting reciclado de DoA5 e quantidade de DLCs absurda, fora que é tudo caro, até os chars. Vão lá dar uma olhada no preço de Mai Shiranui e Kula para se assustarem.

“Mas e quanto ao gameplay?” você me pergunta. Ironicamente o jogo é divertido e muito competente, mas também enfrentou polêmicas.

A Tecmo Koei tentou simplificar um pouco as coisas para tornar o jogo mais acessível (DoA5 é super complexo) e os fãs da velha guarda reclamaram. Como o jogo já enfrentava problemas sérios de marketing, identidade e vendas, não angariou novos fãs para conhecerem a série. Infelizmente o bom sistema de combate do jogo naufragou junto com ele.

PS: O jogo é sim, novamente, um bom fighting game, mas dessa vez a Tecmo Koei abusou do direito de fazer merda. Não há o que sobreviveria a tudo que aconteceu com esse jogo antes mesmo do lançamento. Alias, tem um jogo que por nome sobreviveu a muita merda, mas daí é aquilo né, Street Fighter é Street Fighter e tem um enorme séquito de “mama ovo”.


Soul Calibur VI (Playstation 4)

Um “soft remake” do primeiro Calibur, Soul Calibur VI é o “melhor fighting game que ninguém jogou” da geração. É lindíssimo, gostoso de jogar, fácil de começar e difícil de dominar, com um casting sensacional de personagens e com uma trilha sonora que dói de tão bonita.

É um jogo que basicamente é tecnicamente superior a todos os seus concorrentes em basicamente todos os aspectos e ainda assim não vingou como merecia. Uma verdadeira lástima.

Atualmente é possível encontrá-lo a preços ótimos em mídia física. Aconselho verdadeiramente darem uma chance a esse titã dos jogos de luta.

O jogo tem como convidado Haohmaru com um cenário próprio. O fucking Haohmaru!

Chega de escrever. Mais tarde eu termino esse texto. Vou ali AGORA dar uma jogadinha de Soul Calibur VI.


Samurai Shodown Neo Geo Collection (Playstation 4)

Coletânea “mais ou menos” nos mesmos moldes que a comemorativa de 30 anos de Street Fighter, mas com menos capricho.

O jogo traz todos os jogos principais em 2D da franquia Samurai Shodown, com os usuais tapas visuais nos jogos (aqueles filtros safados de sempre).

Apesar da quantidade generosa de jogos disponíveis, eu mesmo só joguei Samurai Shodown IV: Amakusa´s Revenge, também conhecido como o melhor jogo da série (e não, não é o II).

Ainda há muito o que explorar aqui ao longo do ano de 2022 e eu felizmente o farei. Samurai Shodown é bom demais!


Street Fighter 30th Anniversary Collection (Playstation 4)

Depois da declaração de amor que fiz por Street Fighter 2 mais acima acho que é desnecessário citar mais algo aqui. Onde houver um Street Fighter 2 para ser jogado, lá estarei.

Além de 5 versões diferentes de SF2 temos aqui o SF original, os três Alphas e os três 3 (não é erro de digitação). Todos em suas versões puras de Arcade. Absolutamente obrigatório para qualquer fã de Street Fighter.

Escrevi uma bíblia há anos atrás sobre esse jogo para outro site. Caso se interesse em ler, clique AQUI.

PS: Capcom, crie vergonha e relance Street Fighter 3: 3rd Strike Online Edition, seus malditos!


Virtua Fighter 5: Ultimate Showdown (Playstation 4)

Um remaster de respeito de um grande jogo que em seu lançamento estava disponível de graça para os assinantes Plus.

Infelizmente pouca gente estava jogando e portanto não pude aproveitar muito do jogo. Alie isso a um online relativamente instável e rapidamente parei de jogá-lo por consequência. Entretanto, deixo claro que no que cerne a gameplay esse é o meu jogo de luta favorito da geração anterior e da atual (tem para PS5) fácil.

Adoro Tekken, adoro Dead or Alive, mas Virtua Fighter, em gameplay, é outro nível.


Tekken 7 (Playstation 4)

Jogo bastante Tekken em lobbys sem valer ganho de rank. Jogo com gente parruda do cenário brasileiro. Daí meu rank é baixo. Quando tento jogar partidas rankeadas, que são um parto para o sistema encontrar, a pessoa apanha violentamente e dá rage quit. Resultado: Mal joguei Tekken 7 nesse 2021.

Já é demorado encontrar partidas e daí quando encontra o cara não sabe perder e não finalizamos a luta. Caguei com rank, eu quero é jogar, caralho!

Enfim, Tekken possui o meu char favorito da história dos fighting games e eu sempre vou jogar a franquia, mesmo que só um cadim por vez. Podem ter certeza que no Meme Gamer 2022 ele estará aqui de novo.


Ultra Street Fighter IV (Playstation 4)

Facilmente o melhor Street Fighter moderno (foda-se Street Fighter V) em sua versão mais completa.

Street Fighter IV é um jogo tão importante para o universo dos fighting games quanto Street Fighter 2 o foi (considerando o momento histórico e contexto da indústria em que cada um deles foi lançado, é claro).

Street Fighter IV foi o jogo que me fez voltar a me dedicar a jogos de luta depois de anos parado. Esse aqui também tem um lugar especial no meu coração.


Streets of Rage 4 (Playstation 4)

Eis o meu jogo favorito de 2020 aparecendo aqui outra vez.

A DLC Mr.X Nightmare, apesar de possuir um conteúdo que usualmente não me agrada (arenas cheias de inimigos e tal), é muito divertida e desbloqueia novos ataques para todos os personagens. E não, não liberei todos ainda.

O principal atrativo para mim nessa DLC são os chars novos, em especial Shiva que é uma delícia de se jogar.

Esse é mais um jogo que por certo aparecerá no Meme Gamer 2022, até porque tenho de liberar os golpes especiais novos de todo mundo e conquistar todos os troféus. A platina eu já tenho, mas não estou satisfeito em não possuir o 100% das conquistas.


Bayonetta (Playstation 4)

Dando uma olhada na minha biblioteca de jogos de PS4 ao longo do ano tropecei em Bayonetta e pensei: “Eu platinei a versão nojenta do PS3, porque diabos não platino essa aqui roda roda lisinho?”.

Pois bem, fui lá e platinei essa danada aqui. Foi muito mais fácil fazê-lo em uma versão que não tem slowdown o tempo todo e loading times a cada maldito menu acessado.

Bayonetta é um ótimo jogo de seu gênero e merece cada elogio que recebeu ao longo dos anos, mas definitivamente não foi feito para ser jogado sem o Witch Time. O modo mais difícil de Bayonetta não possui essa mecânica e é mais chato do que difícil de se concluir.

Para quem somente teve a maldita experiência de jogar Bayonetta no PS3, recomendo aguardar uma boa promoção e adquirir essa versão de PS4 (ou jogá-la no Switch ou Xbox 360). A versão para PS3 é assim ó: “Uma absoluta bosta”, por EduFarnezi.


Ninja Gaiden 3: Razor´s Edge (Playstation 4)

Comecei a minha jogatina de Ninja Gaiden Master Collection por Razor´s Edge pelo simples motivo de saber que era o pior jogo da coletânea, apesar de me divertir bastante com ele.

Escrevi um texto (enorme) sobre Ninja Gaiden 3 como um todo ao longo de 2020. Para acessá-lo, caso se interesse, clique AQUI.


Ninja Gaiden Sigma (Playstation 4)

Seguindo minha jogatina de Ninja Gaiden Master Collection, Ninja Gaiden Sigma foi o escolhido assim que eu fiquei de saco cheio de Razor´s Edge.

É incrível perceber o quanto esse jogo ainda possui muita coisa boa para os padrões de hoje e que segura muito bem a onda, mesmo visualmente, depois de tantos anos de seu lançamento.

Não vou me prolongar muito aqui já que farei um texto sobre ele seguindo os moldes do feito com Ninja Gaiden 3. Só vou deixar claro que eu acho a versão Sigma melhor que a versão original do jogo e se você não gostou de ler isso pode ir para a puta que te pariu. Rá!


Ghost of Tsushima (Playstation 4)

E para fechar o Meme Gamer 2021, trago o jogo que, em retrospectiva, mais gostei de jogar no ano passado. Não sou o maior fã de jogos de mundo aberto, mas Ghost of Tsushima me pegou de jeito.

O jogo é um brilho. Um mundo lindíssimo e grande para explorar, uma história interessante, uma dublagem impecável, uma trilha sonora maravilhosa, um sistema de combate divertido e a melhor direção de arte de um jogo do gênero me fizeram viver nesse universo com uma intensidade ímpar.

Saporra merece um texto só dele e eu o farei. Eu o farei!

As mais de 70 horas que levei para platiná-lo foram as 70 horas mais prazerosas de meu ano de 2021. infelizmente a Sony é uma desgraçada mercenária e eu não consegui jogar ainda a expansão do jogo que é caríssima, mas que deve ser maravilhosa. Talvez só o faça no Playstation 5, em um futuro relativamente distante.

Quem ainda não conseguiu experimentar Ghost of Tsushima, pare de ler esse texto agora, vá comprar o jogo e ser feliz. Brincadeira, mas ó, assim que tropeçar em uma boa promoção, faça como Ciro Botini, e “compre compre compre!”.


BÔNUS MEME GAMER 2021: “O Jogo que eu não joguei em 2021!”

Em 27/09/2021 eu assisti a um trailer, por recomendação de um amigo, que imediatamente tocou o meu kokoro e me motivou imediatamente a fazer uma pré-compra na Amazon. Eu já tinha uma mídia física do jogo em questão, mas aquele trailer fez por merecer a compra da versão comemorativa do mesmo.

O jogo em questão é Horizon Chase Turbo. O trailer é o DLC Senna Sempre. A pré-compra foi a da versão comemorativa do jogo com o Senna na capa, absolutamente linda.

Pouco antes do jogo ser liberado para envio pensei em jogá-lo novamente, afinal de contas eu já tinha a mídia física do lançamento original mesmo. Atualizei o jogo no HD e fui jogar. Pouco tempo depois o jogo crashou e o save corrompeu.

Tentei de novo e de novo e o erro sempre ocorria junto ao corrompimento do save.

Desinstalei o jogo, desconectei o console da internet e o reinstalei (obviamente sem atualização). Milagrosamente o jogo não deu mais o maldito erro.

Em resumo: alguma atualização do jogo dá merda. A Aquiris sabe disso, tem mais gente com o mesmo problema e a empresa não se pronuncia sobre o caso. O máximo que consegui foi um email oficial deles informando que lamentam o problema, mas que não há solução no momento e bla bla bla.

Fazem meses isso já.

Horizon Chase Turbo: Senna Sempre é o jogo que eu não consegui jogar em 2021 e eu continuo sem conseguir jogá-lo em 2022. No momento, minhas duas mídias de Horizon Chase Turbo servem, no máximo, como cortadores gamer personalizados de pedaços de pizza. Um deles, do Senna

“Lamentamos(…)”. Lamentamos é a CabeceDeMiPiqui. Resolvam!


Segue abaixo a listagem de participantes do Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2021 com o link referente à participação de cada um. Casa algum dos aqui listados ainda não tenha divulgado sua lista, o link será referente ao blog/site em questão.

PS: Sim, ou “moquei” o banner do Marvox na cara dura. Estou sem editor de imagens aqui.

A TV Vai Estragar! => EduFarnezi
MarvoxBrasil => Marvox
João Carlos (UsoppBR)
Arquivos do Woo => Diogo Batista (Cyber Woo)
Arquivos do Woo => Geovane Sancini
Arquivos do Woo => Tony Horo
Gamer Caduco => Cadu
Vão Jogar! => Tchulanguero
Vão Jogar! => sucodelarAngela
Vão Jogar! => Somari
Videogames com Cerveja => Felipe B. Barbosa

Gamer por paixão, cinéfilo por vocação, leitor de mangás e HQs por criação e nerd pela somatória dos fatores. Acredita que os únicos possíveis cenários de apocalipse são Zumbis e Skynet e não sai para noitadas por medo do que Segata Sanshiro pode fazer se encontrá-lo.

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Publicado em Artigo, Gamerniaco, Meme Gamer
6 comentários em “Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2021
  1. Marvox disse:

    Falaê Farnezi! Muito bom ter sua participação ainda mais trazendo sua lista cheia de jogos marcantes de várias épocas.
    O jogo que você não jogou foi tenso e tomara que isso se resolva logo, ninguém merece esse tipo de problema. No Meme 2022 espero que o jogo volte para a lista do que jogou, estarei na torcida \o/
    Acima de tudo, espero que você tenha um ano excelente e que continue participando com a gente. Valeu Farnezi!

    Curtido por 1 pessoa

    • Esse ano a participação quase não rolou.
      Foi “na marca dos 45 do segundo tempo”.
      Que bom que deu tudo certo no final das contas.
      .
      Quanto ao “Jogo que eu não joguei”, não aguentei ficar sem fazer esse trocadilho no Meme.
      Me pareceu muito “A Praça É Nossa” para não fazer.
      Kkkkkkkkkkkk!
      .
      Valeu pela visita, mister Marvox!

      Curtido por 1 pessoa

  2. Gamer Caduco disse:

    Pô, que legal que pôde participar, ainda trazendo uma lista bem bacana!
    Saiba que eu tenho vontade de jogar o Final Fight One também não sendo tão fã assim da franquia (também sou do time Streets of Rage). Mas obrigado por me lembrar de colocar ele no backlog aqui.
    E mesmo assim não tive paciência de jogar o 2 do Master também… rs
    Já o de Mega é o meu segundo jogo da vida pra Mega, só fica atrás de Sonic 2, pq… é Sonic 2, né?
    E o 3 eu não curti a americana também, mas a japonesa traduzida eu achei bem legal.
    Ainda nos beat’em ups, em 2021 eu tentei jogar o Turtles in Time do SNES (só terminei ele no Arcade) e por alguma razão o jogo não me fisgou. Mas devolvi ele pro backlog e vou tentar jogar quando estiver realmente afim, eu acho que peguei ele de mau humor.
    Ainda no gênero, não cheguei a jogar o dos Vingadores no SNES, mas gostava dele no Mega. Já tentou a versão dele?
    Agora, acho que o ponto alto da sua lista é o OutRun 2006 Coast 2 Coast… putz, como eu adorava jogar este jogo no PSP. Daí meu portátil ficou com o analógico zoado e já era a diversão. E, como vc bem disse, não tem esse raio de jogo pra pegar em vias oficiais (leia-se Vita e sua retrocompatibilidade). E o PS2 com leitor zoado também, ou seja, fico sem ter como jogar. Eu queria muito pegar ele pra jogar mais a sério e tentar fazer de tudo.
    Seu relato sobre Ghost of Tsushima coincide bastante com a minha experiência, também não sou fã desse tipo de jogo e fiquei tão apaixonado pelo jogo que valeu cada segundo jogado pra fechar a campanha e platinar também. Muito melhor que outros jogos aí do console que insistem em empurrar que são bons! kkkk
    E eu não entendi pq vc não escreveu nada sobre o Captain Tsubasa, tô jogando ele loucamente nos últimos meses… kkkk
    Valeu Farnezi!

    Curtido por 1 pessoa

    • OutRun 2006 Coast 2 Coast é um dos jogos que eu mais curto jogar no PS2 desde sempre.
      Pura diversão!
      Se toda modernização de games clássicos fosse feita com tanto carinho, esmero e compreensão de o que fez o clássico um sucesso, o mundo dos games seria um lugar ainda melhor.
      .
      Quanto ao Tsubasa, deixei somente o vídeo porque ele é auto explicativo: Se a pessoa assistir a esse vídeo e não querer comer esse jogo imediatamente, não é pra ele.
      Aliás, após esse Meme reinstalei o jogo de novo e lá estou eu novamente no juvenil nacional com meu novo personagem criado: o atacante Rattata (é sério, tenho ibagens, posso provar!).
      .
      Valeu pela visita, mister Cadu!

      Curtir

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