Meme Gamer: O Que Você Jogou em 2019

Mais um ano se encerra, mais um Meme Gamer está entre nós. Mesmo que eu esteja absolutamente fora do mundo “jornalístico gamer” (não escrevo nada no blog desde Dissidia NT e nada para fora dele desde nem sei quando), novamente o Marvox me convidou para participar e como eu adoro o evento, cá estou novamente.

Ao contrário dos anos anteriores, não vou me forçar a seguir nenhuma regra específica sobre quais jogos incluir aqui, vou simplesmente listar tudo o que eu me lembro de ter jogado ao longo ano de 2019 e ponto final.

Ao final do texto não se esqueça de conferir a listagem de todos os participantes do Meme Gamer 2019. Confira todos, pois esse é o melhor evento anual para se descobrir games novos pelos quais você potencialmente poderá se apaixonar.

Pokémon Fire Red – Game Boy Advance

Esse ano minha esposa me deu de aniversário um controle com suporte para jogar no celular e isso fez acontecer o que eu achei que aconteceria se eu tivesse algo assim: jogatina portátil ininterrupta quando fora de casa.

Assim que configurei tudo obviamente o primeiro jogo que pensei em jogar foi o meu jogo de Pokémon favorito: Pokémon Fire Red.

O jogo é um “remake” para Game Boy Advanced do original Pokémon Red de Game Boy. Basicamente é o mesmo jogo, com uma coisinha ou outra a mais.

Foram algumas prazerosas horas da bateria de meu celular gastas me tornando um mestre Pokémon novamente. Aproveito para deixar claro uma verdade absoluta: os verdadeiros mestres escolhem inicialmente o Charmander.

Final Fight One – Game Boy Advance

Final Fight é um game atemporal, com certeza um marco do gênero beat´em up. Mesmo que ele não esteja nem no meu Top 5 de melhores jogos do gênero, ainda me divirto muito com esse danado.

A versão de Final Fight para Game Boy Advanced traz todas as fases do jogo original para arcades (ouviu isso, versão para SNES?), um bom visual dadas as limitações do hardware e interações entre personagens. Sempre há uma conversa entre o seu personagem e o chefe da fase, o que se não é lá uma revolução, é um bom toque a mais para caracterização dos envolvidos.

É uma das melhores versões do game disponíveis.

Castlevania: Harmony of Dissonance – Game Boy Advance

Se há um jogo da série o qual eu sempre quis jogar mas que sempre ficou no “limbo cerebral do Farnezi” é Harmony of Dissonance. Apesar de amigos terem falado relativamente mal desse jogo, ironicamente o prefiro a Aria of Sorrow (e sim, eu sei que essa é uma opinião super impopular minha).

Concordo com as reclamações acerca do estranhamento do design dos castelos presentes no jogo, mas a agilidade do gameplay, o fato de ser um personagem que usa prioritariamente um chicote e o visual geral do game me prenderam a ele como carrapato a um cachorro (manja essa comparação bizarra…).

Quanto a história, sejamos realistas: jogos da série Castlevania não possuem histórias lá muito complexas, tirando os Lords of Shadow.

Tekken 5: Dark Resurrection – PSP

Tekken 5 no PSP é um jogo tão tecnicamente impressionante quanto sua contraparte no Playstation 2 (salvo as devidas proporções de hardware). Mais importante que isso, Tekken 5 no PSP é um jogo tão bom e completo quanto o é no Playstation 2.

A versão Dark Resurrection possui três personagens a mais que o jogo original e também recebeu uma versão para Playstation 3 com melhorias técnicas, como resolução full HD, entre outros.

Tekken 6 – PSP

Apesar de eu pessoalmente não gostar mais de Tekken 6 do que de seu antecessor, foi nesse jogo que a série começou a amadurecer seu sistema de combos em bound, o que viria a ser um dos pontos pivotais para se masterizar na franquia desde então.

Assim como seu antecessor, Tekken 6 no PSP é um primor técnico, conseguindo ao mesmo tempo ser belo e rodar a 60fps lisos no portátil da Sony. Um grande jogo em um pequeno console.

Crisis Core: Final Fantasy VII – PSP

Um dos fucking melhores jogos da franquia Final Fantasy, um dos melhores jogos do console e o único jogo derivado de Final Fantasy VII que realmente presta.

Crisis Core é basicamente o Rogue One de Final Fantasy: Conta uma história importante outrora apenas citada da obra original. Acompanhamos Zack se tornando um soldado de primeira classe, sua relação com Angeal e Sephroth, e como sua jornada chega ao fim, dando início a jornada de Cloud em Final Fantasy VII.

Seu sistema de combate e sua história (mesmo que com pontos fracos, a.k.a Genesis) fazem valer a pena todas as horas gastas com Crisis Core. Apesar disso, espero que deixem Final Fantasy VII quieto e parem com esses “add-ons” para todo o sempre (menos o remake, queremos o remake, viva o remake!).

The 3rd Birthday – PSP

A franquia Parasite Eve é o pequeno Frankenstein da Square. Todos os games da franquia possuem um estilo visual e jogabilidade diferentes entre si, mantendo a protagonista e relativamente a temática em comum.

O primeiro Parasite Eve, mais voltado ao RPG é uma belezura de jogo (“continuação” da história do livro de mesmo nome). O segundo jogo tem elementos de “Resident Evilisses” e é, na melhor das hipóteses, medíocre.

Esse terceiro jogo da franquia, The 3rd Birthday é, usando termos técnicos, uma bela bosta. Passe longe, finja que não existe, jogue novamente o primeiro no lugar desse aqui e me agradeça depois.

Golden Axe: The Revenge of Dead Addler – Arcade

Sequência direta do primeiro Golden Axe, The Revenge of Dead Addler trata da vingança. Vingança de Dead Addler. Então, o título sabe?

Com visuais absurdamente lindos e jogabilidade infinitamente melhorada, me é incompreensível as razões que fizeram com que Golden Axe 2 do Mega Drive não fosse baseado em The Revenge of Dead Addler.

Esse é facilmente o melhor jogo da franquia inteira, infelizmente disponível somente para arcades.

Raiden Densetsu – Arcade

Eis o shooter da minha vida. Esse é o jogo que fazia eu e meu pai irmos ao fliperama para jogarmos juntos. Finalizávamos esse danado sem perder fichas. Éramos imparáveis, duas forças da natureza jogando Raiden Densetsu!

Atualmente não sou mais essa força da natureza do passado, mas ainda mando bem.

Raiden Densetsu esteve comigo no passado, está comigo no presente e estará comigo até o dia da minha morte.

Ah, é um puta jogo, joguem bastante, recomendo a todos.

Raiden Densetsu 2 – Arcade

Uma versão melhorada e atualizada de seu antecessor. Não há muito mais o que dizer acerca de Raiden Densetsu 2.

Infelizmente é aqui que a boa história dessa franquia acaba. Os jogos seguintes são ruins ou medíocres. Uma lástima.

Street Fighter 2: Champions Edition – Arcade

Eis o jogo da minha vida. Esse é o jogo que me fez ser o gamer que hoje eu sou. O jogo que ascendeu a chama de um novo e maravilhoso mundo em minha mente. O jogo que ocupa a parte mais importante do lado esquerdo do meu peito.

Eu já jogava videogame muito antes de Street Fighter 2, mas Street Fighter 2 foi o grande marco gamer da minha vida.

A Champions Edition passa longe de ser a melhor versão de Street Fighter 2, entretanto é ela que me faz voltar sempre a sempre ao game. Qualquer pessoa que se chame de gamer, deve prestar continência a Street Fighter 2, simples assim.

The King of Dragons – Arcade

Nos anos 90 a Capcom era a rainha dos jogos beat´em up medievais. The King of Dragons era uma dessas jóias.

O jogo possui um sistema de evolução interessante. Ganhamos xp enquanto derrotamos hordas de orcs, minotauros, harpias, dragões e todo tipo de criatura mítica medieval que pode imaginar em prol de salvar o reino. O xp acumulado faz o personagem aumentar de level e melhorar atributos.

Destaque para a trilha sonora composta por ninguém menos que Yoko Shimomura.

Knights of the Round – Arcade

Mais um jogo beat´em up medieval dos anos 90 da Capcom em que temos de descer o farrapo em todo mundo para salvar o reino. Também ganhamos xp ao longo da aventura, o que garante atributos melhorados.

A diferença aqui se dá no core do gameplay e em especial na temática. Enquanto em The King of Dragons enfrentamos seres míticos, em Knights of the Round encarnamos O Rei Arthur e dois cavaleiros da távola redonda.

Streets of Rage – Mega Drive

Em resposta a exclusividade de Final Fight para o Super Nintendo a Sega desenvolveu o seu próprio beat´em up para o Mega Drive, assim nasceu Streets of Rage.

Oito fases diversificadas e belas visualmente, cheia de inimigos para descer a mão e ainda com o apoio eventual de um carro policial com uma bazuca (ou metralhadora pesada) foram o suficiente para combater a capenga versão de Final Fight para o console da Nintendo.

De quebra Streets of Rage nos presenteia com uma incrível trilha sonora composta por Yuzo Koshiro.

Streets of Rage 2 – Mega Drive

Tudo o que Streets of Rage tinha foi elevado à décima potência na sequência. O visual é muito melhor, com personagens grandes e belos na tela, há maior variedade de inimigos, maiores stages e uma incrível melhoria no gameplay.

Além disso, Yuzo Koshiro entrega aqui a sua obra máxima. A trilha sonora do game é um primor, muito superior a anterior.

Streets of Rage 2 é um dos Top 10 games da minha vida e ainda o detentor do “prêmio” de minha trilha sonora favorita presente em qualquer fuking jogo.

Assim como em todos os anos anteriores, joguei Streets of Rage 2 múltiplas vezes em tudo que é console imaginável, menos no console que lhe é de direito e me é de dever. Em 2020 eu compro um Mega Drive Tec Toy e resolvo isso de uma vez por todas e com um cartucho!

Bare Knucles 3 – Mega Drive

Me recuso a jogar Streets of Rage 3, nesse caso, vou fácil com a versão japonesa do game. A versão americana possui censura de personagens e situações de jogo, mudou drasticamente a cor e vozes de personagens e até mesmo elementos de cenários. Sem sentido, desnecessário e tolo.

O jogo em si é bom. O gamelay foi melhorado novamente e o visual é muito bom. Infelizmente Yuzo Koshiro não trabalhou sozinho e nem muito inspirado na trilha sonora que é uma zona aqui.

É um bom jogo, mas no geral, mais me desagradou do que que o contrário. É o jogo da série que eu menos curto.

Sailor Moon – Mega Drive

Depois passarmos por três ótimos beat´em ups para o Mega Drive, caímos em um medíocre. Assim é a vida do gamer.

Sailor Moon é mediano em absolutamente tudo. Mais uma desculpa de game baseado em anime de um gênero popular em sua época. Deve agradar quem goste de games do gênero, seja pouco exigente com jogos e curta Sailor Moon. Para todo o resto, não dá para recomendar.

E-Swat – Mega Drive

E-Swat para mega drive é uma versão severamente inferior a sua versão de Arcades. Na verdade é um game tão diferente que sequer parece ser o “mesmo game”.

É um jogo de tiro divertido e que tem seus bons momentos, mas há opções muito melhores no próprio console. Se puder escolher, vá para a versão de Arcades sem pensar duas vezes.

Road Rash – Mega Drive

Antes de conhecer Road Rash eu já cutia bastante Super Hang On, entretanto foi o jogo da Electronic Arts que ativou a minha parte do cérebro que passou a adorar jogos de corrida. Isso aconteceu devido a inclusão de um elemento primordial: porrada!

Enfrentar gangues de motociclistas em estradas norte-americanas e descer o farrapo nos adversários em altas velocidades sobre duas rodas na época foi uma experiência única, marcante e ainda é absurdamente divertida.

Road Rash 2 – Mega Drive

Road Rash 2 é basicamente um upgrade do primeiro jogo. Nos dias atuais poderia bem ser um DLC de atualização do jogo base.

O visual é similar, o gameplay é basicamente o mesmo e a estrutura do jogo é idêntica. A única adição real são as vinhetinhas pós corridas, que são muito divertidas (em especial quando a posição do jogador na corrida foi abaixo de terceiro lugar).

Out Run – Mega Drive

Dirigir sua Ferrari conversível a toda velocidade, sentindo o vento aos cabelos, ao som de uma boa música ao lado de sua gata. Out Run é a soma de vários fetiches em um pacote áudio visual delicioso.

A essa altura da minha vida, jogar Out Run é uma bela de uma terapia. Faz a mente ficar tranquila e o ego inflado, pois consigo fazer todos os finais sem nenhum problema.

Quack Shot – Mega Drive

Melhor fucking jogo com personagens da Disney até hoje e ponto final. A música do “mapa mundi” ainda é recorrente escolha como toque de celular ou do despertador.

Uma das minhas lembranças mais vívidas da época é a fase da Transilvânia, no trecho em que temos de prosseguir e ir se escondendo do “fantasmão”. Ah cara, que jogo delicioso!

NBA Jam – Mega Drive

Nunca gostei de jogos de esportes, salvo raríssimas exceções. Tive lá meu período de Winning Eleven e de Pró Evolution Soccer, mas em constante dois são os jogos do gênero que ainda consigo jogar com prazer: International Superstar Soccer Deluxe e NBA Jam.

O que é mais legal de NBA Jam é assumir completamente seu estilo arcade e livre das amarras da física.

Em tempo: Menti acima, gosto demais de Virtua Tennis também.

Pit FIghter – Mega Drive

Dentre todas as versões de Pit Fighter existentes, apenas a de Mega Drive me agrada. A versão de arcade é muito bela, mas algo na jogabilidade me é estranha. A versão de Super Nintendo além de feia é ainda é mais incompetente do que a de arcade. As outras versões, psf!

Há algo de mágico em brigar com gente mal encarada do submundo apenas por dinheiro e glória. Apesar de o design dos personagens principais não fazer o minúsculo sentido dentro do contexto do jogo, isso não me tirou a diversão, na verdade o ridículo da situação ainda me entreteu.

Dica importante: Vá de Ty e nem sonhe em selecionar Kato.

Teenage Mutant Ninja Turtles: The Hyperstone Heist – Mega Drive

O Mega Drive não ganhou exatamente uma versão de Turtles in Time, em contrapartida recebeu The Hyperstone Heist que é basicamente um “Turtles in Time fã-made”.

Cenários modificados, situações apresentadas diferentemente e alguns chefes novos completam o pacote de um jogo que possui basicamente os mesmos inimigos, as mesmas tartarugas e o mesmo gameplay de Turtles in Time.

Não me entendam mal, adoro The Hyperstone Heist, mas que ele parece um fã-made, parece.

Desert Strike: Return to the Gulf – Mega Drive

Possivelmente Desert Strike foi o primeiro jogo de que me recordo em que era vital o gerenciamento de recursos para ser bem sucedido. Isso criou um monstro que atualmente é fanático por jogos que tem como foco gerenciamento de recursos (e daí minha paixonite por Death Stranding).

Desde Desert Strike nenhum outro game “de helicóptero” me deixou tão feliz quanto jogar novamente e de novo esse game da Electronic Arts.

Uau, realmente houve um período em que jogos da E.A. me chamavam atenção pela qualidade.

Golden Axe – Mega Drive

A saga do Machado Dourado, um dos maiores clássicos do console, não por acaso. Considerando a diferença de hardware entre consoles de mesa e arcades, e que Golden Axe é um dos jogos iniciais do console, a conversão foi realmente satisfatória.

Os personagens possuem uma animação dura e simplória em demasia e o game é relativamente curto, mas considerando a época em que o game foi originalmente lançado merece sim todos os louvores que conseguiu.

Golden Axe 2 – Mega Drive

Apesar de possuir visuais mais limpos, melhor trilha sonora, maior e melhor elenco de inimigos, jogabilidade refinada e ser um game maior que o antecessor, ele não é The Revenge of Dead Addler por motivos inexplicáveis.

Para a continuação de Golden Axe para Mega Drive a Sega preferiu desenvolver um jogo muito mais parecido estruturalmente com o antecessor. Assim como com Road Rash 2, Golden Axe 2 fica parecendo mais um upgrade do primeiro jogo do que um jogo novo.

É um bom jogo? É claro que é, mas fica aquela sensação de que poderia ter sido bem melhor.

The Revenge of Shinobi – Mega Drive

Shinobi foi o primeiro jogo de ninja que realmente prendeu minha atenção (conheci Shadow Dancer somente depois de Shinobi). A dificuldade do jogo para mim na época era realmente um desafio, o que fez finalizá-lo um grande triunfo pessoal.

Atualmente sei de cor e salteado como finalizar o game, mas a jogatina vale a pena graças aos cenários inventivos e variados e a trilha sonora de Yuzo Koshiro. E sim, faço toda vez o truque dos shurikens infinitos, pois meu lance atual é só diversão com o jogo e ponto final.

Ayrton Senna Monaco GP 2 – Mega Drive

O que dizer de um jogo de Fórmula 1 que não somente possui Ayrton Senna como personagem do jogo a ser batido, mas que também teve o piloto brasileiro como consultor durante o desenvolvimento?

O jogo possui três pistas desenhadas por Senna e no modo World Championship literalmente temos Senna como principal oponente no campeonato. O nome de outros pilotos e das equipes não são reais, mas o simples fato de Senna em pessoa estar lá faz toda a diferença.

Graças a recomendações de Senna muitas melhorias foram feitas no gameplay de Monaco GP 2 quando comparado a seu antecessor. Um belezura de jogo por certo.

Castlevania: Bloodlines – Mega Drive

Se o Super Nintendo tem como exclusividade Castlevania X e Super Castlevania IV, o Mega Drive ficou com Bloodlines e honestamente, saiu na vantagem.

O jogo não se passa somente no castelo de Drácula, possui dois personagens jogáveis a escolher e, de quebra, possui um nível de sangue e violência muito maior que os jogos do console da Nintendo, o que não somente casa com o tema como é muito mais legal!

Com bons visuais, gameplay mais variado e boa trilha sonora, Castlevania: Bloodline é fácil o melhor game da franquia disponível para os consoles 16 bits.

Tetris Attack – Super Nintendo

Se há um jogo “das antigas” que realmente se beneficiaria com o advento da internet é Tetris Attack. Esse danado é possivelmente o jogo competitivo mais divertido e dinâmico que eu já joguei na vida e não interesse quantos fighting games eu jogue atualmente, ainda mantenho essa opinião.

Dona Nintendo, quer um jogo que faça bom uso da sua precária rede online e que vicie todo mundo geral (se pá, vira game oficial competitivo)? Relance Tetris Attack do jeitinho que ele é no Super Nintendo (não invente moda) e lasque um modo online nele.

Tetris Attack é literalmente a definição de que jogo bom é atemporal. Puta delícia esse jogo!

Castlevania: Dracula X – Super Nintendo

Uma versão com pior game design e visuais de Rondo of Blood, Dracula X tem um espaço especial no meu coração mesmo não sendo um game muito bom. Na época em que o conheci (período de seu lançamento) fiquei maravilhado com os visuais e em especial com a fucking trilha sonora que nem parecia estar saindo de um Super Nintendo.

Sua alta dificuldade, injusta e provinda do game design terrível, atualmente não me impede de curtir o game, mas ainda assim consegue me deixar furioso com mortes gratuitas.

Se puder escolher, vá de Rondo of Blood.

Adventures of Batman and Robin – Super Nintendo

Pegando carona no sucesso da fabulosa animação dos anos 90 de mesmo nome, o jogo é um simplório, mas bem executado, beat´em up do morcegão.

A primeira fazer, em que enfrentamos o Coringa como chefe final, parece ter saído da mente do “gênio” game designer de Dracula X, o que já é uma bela parede a ser ultrapassada até pegar o jeito de derrota-lo. Ironicamente os outros chefes não são tão terríveis assim.

Um bom jogo do morcegão que vale a sua atenção.

Final Fight 2 – Super Nintendo

Após a decepção da versão do primeiro Fnal Fight para o console da Nintendo, a Capcom tentou se redimir com Final Fight 2.

Por mais que eu compreenda e concorde com a principal crítica para com esse jogo, de que ele não inova em nada e só adiciona o modo de dois jogadores (ausente no game anterior), continuo o adorando.

Na verdade o acho mais equilibrado em dificuldade que seu antecessor (que sabe ser um come fichas safado quando quer) e com maior variedade de cenários, mesmo que não faça nenhum sentido a volta ao mundo que o jogo apresenta dentro do lore do game.

Final Fight 3 – Super Nintendo

Ciente das críticas para com falta de inovação de Final Fight 2, a Capcom atendeu os fãs e em Final Fight 3 criou um jogo que é verdadeiramente uma evolução na franquia (mas que não tinha nada que Streets of Rage 2 e 3 já não o tinham, hehehe!).

O visual mais cartunesco e os inimigos sem sal pessoalmente não me agradaram (o chefe fial é uma vergonha), mas as adições de movimentos especiais e maior agilidade nos personagens compensava. O retorno de Guy também fez meus olhinhos brilharem.

Megaman X – Super Nintendo

Possivelmente a melhor evolução de franquia da história da humanidade, Megaman X pega tudo o que foi aprendido nos jogos anteriores, maximiza e se reinventa.

O jogo não somente é lindo, inteligente e difícil na medida certa, ele também é uma puta aula de game design. Sério, a fase de introdução do jogo por si só merecia um prêmio de como ensinar o jogador a jogar sem intromissões e linhas de texto infinitas (algo que a própria franquia foi esquecendo com o tempo).

Megaman X não é o meu jogo favorito da franquia X, mas é com certeza o mais importante.

Final Fantasy 6 – Super Nintendo

Melhor jogo da franquia Final fantasy, top 3 melhores jogos de JRPGs da minha vida e de quebra um primor técnico enquanto jogo de Super Nintendo.

Só cala a boca e vai jogar Final Fantasy 6!

Death and Return of Superman – Super Nintendo

Um simplório beat´em up que acompanha (mais ou menos) a clássica história da morte e retorno do Superman.

Passa longe de ser um verdadeiramente bom jogo do gênero, mas tenho memórias afetivas para com esse danado, então sempre que possível eu dou aquela jogadinha esperta o título.

Sunset Riders – Super Nintendo

Sim, eu sei que a versão para arcade é muito melhor que para o console da Nintendo, mas eu tenho o console e o cartucho aqui em casa, disponíveis. Sempre que possível prefiro jogar no sistema original, a sensação é muito mais prazerosa.

Um delicioso jogo de tiro frenético com uma trilha sonora deliciosa fecham o pacote desse que é o meu jogo de faroeste favorito (caguei pra Red Dead).

Chrono Trigger – Super Nintendo

Os maiores nomes da indústria do entretenimento japonês da época se uniram para conceber esse que é considerado por muitos como o jogo de videogame supremo.

Adoro Chrono Trigger, apesar de não o colocar no topo do mundo, e entendo o porquê ele tem a reputação que tem. Pessoalmente, e ai vem outra opinião impopular minha, prefiro Chrono Cross no geral.

TMNT 4: Turtles in Time – Super Nintendo

Também conhecido como o fucking jogo supremo das tartarugas ninja, Turtles in Time para Super Nintendo é (pasme) melhor que sua contraparte nos arcades.

É claro que o visual do jogo para fliperamas é superior ao do console da Nintendo, entretanto o gameplay mais sólido, os chefes novos e melhores e melhor (pasme de novo) trilha sonora fazem a experiência de se jogar no Super Nintendo mais completa e satisfatória.

Sim, não é possível jogar com três amigos simultâneos no Super Nintendo como o é no arcade, mas ainda assim defendo que o jogo de console de mesa nesse caso, no geral, é a versão superior do game.

Street Fighter 2 – Super Nintendo

Sim, eu já listei esse jogo por aqui, mas outrora era a versão de arcade, essa é a versão de Super Nintendo, que sim, é um port de respeito dadas as limitações de hardware. Pessoalmente a maior na conversão perda foi na trilha sonora, mas o gameplay foi fielmente mantido.

Assim como em Sunset Riders, eu sei que a versão do arcade é superior, mas se eu tenho o console e o cartucho “logo ali”, tu acha que eu não vou jogar? Meu amigo, se sair Street Fighter 2 para calculadora financeira da HP eu compro o jogo!

Goof Troop – Super Nintendo

Se você curte esses jogos que na verdade são um “amontoado” de puzzels um após o outro, muito populares em mídia digitais e usualmente desenvolvidos por indies, faça o seguinte: pare de jogá-lo por um minutinho e dê uma chance a Goof Troop. Eu te garanto que ele é melhor!

Na pele de Pateta e/ou seu filho Max, é necessário concluir uma série de puzzels para prosseguir. Basicamente o jogo é isso, amarrado com belos e coloridos visuais.

Bons tempos em que tudo o que a Capcom tocava reluzia ouro…

Epic Seven – Mobile

Esse ano de 2019 eu realmente dei uma honesta chance, livre de preconceitos, a jogos mobile. Eu sempre torci o nariz para esse tipo de experiência, mas nunca tinha realmente tentado. Pois bem, comecei esse jornada com Epic Seven.

Logo de cara fui surpreendido com a beleza estética e cuidado com a apresentação visual do game, bem como fiquei perplexo com o fato de ser um RPG simples e divertido que, a priori, não me barrou com uma “muralha de cirstal” que me impedia de prosseguir no jogo a não ser que eu gastasse dinheiro. A eterna pegadinha dos “free to play” mobile.

Infelizmente a muralha do dinheiro chegou, somente demorou mais do que imaginei. Ficou impraticável continuar evoluindo no game em certo momento. Como o esperado eu o deixei de lado assim que isso aconteceu. Uma pena, pois realmente eu estava me divertindo.

The King of FIghters All Star – Mobile

Esse aqui foi uma decepção completa mesmo. Apesar de ser um jogo muito belo, a jogabilidade é bobinha e tão “mamão com açúcar” que o jogo basicamente joga o jogo sozinho. Eu sei que isso é relativamente comum em jogo mobile, mas experimentar isso me deu uma sensação de vazio que puta que pariu.

Foram 30 minutos realmente jogados fora e o jogo desinstalado de meu aparelho celular. Uma belíssima porcaria.

Pokémon Go – Mobile

O joguei na época de seu lançamento, em que a comunidade era gigantesca mas o jogo mal era funcional. Atualmente o jogo funciona sem problemas e possui novos recursos (básicos e que deviam estar no lançamento), mas depois da primeira impressão ruim quase ninguém mais joga.

Na boa, se tu quer uma experiência imersiva de verdade com um game que te faça fisicamente participar dele, jogue Ingress. É um jogo muito superior.

Final Fantasy XV: Pocket Edition – Mobile

Ironicamente essa versão adaptada de Final Fantasy XV para celular é muito divertida. As adaptações de gameplay fazem todo o sentido tendo em vista o hardware onde ele foi feito para rodar.

O jogo não é free to play, mas felizmente eu tinha créditos o suficiente para compra-lo quase inteiro (venda por capítulos) graças ao aplicativo “Rewards” da Google. Na verdade ao longo do ano o adquiri inteiro só nesse esquema.

Essa versão foi disponibilizada para consoles de mesa e PCs digitalmente também, mas nesse caso não faz nenhum sentido alguém pagar por isso. Faça-me o favor. Faça-se o favor. Faça-nos o favor!

Opera Omnia Dissidia Final Fantasy – Mobile

Possivelmente o Dissidia que melhor soube aproveitar o conceito do cross entre personagens e mundos da franquia Final Fantasy. São boas sacadas a nível de história e interação entre personagens de games diferentes.

Infelizmente, assim como em Epic Seven (e outros que serão listados), eventualmente a sua progressão será barrada por extrema dificuldade em conseguir evoluir personagens. Isso demora a acontecer aqui, mas acontece.

Se divirta até chegar nesse ponto e depois o ignore completamente.

Dragon Ball Legends – Mobile

Um jogo de combate em tempo real, realmente competente e belo, envolvendo a franquia Dragon Ball e ainda por cima é free to play? Puta que pariu é muito bom para ser verdade! Qual será a pegadinha?

Sério, vai lá campeão. Adivinhe qual é a pegadinha. Uma dica: envolve progressão no jogo, evolução de personagens e dinheiro.

Saint Seiya Awakening – Mobile

Jogo mais recente mobile que comecei a jogar. Assim como com Epic Seven, eu estava empolgadão. Entrei em um clã e estava upando meus cavaleiros. Montando equipes equilibradas (porque, sim, o sistema de combate é muito bom).

Infelizmente, mesmo com o um “zilhão” de modos de jogo e o suporte constante e competente da desenvolvedora para com o game, eu quero que vocês adivinhem qual é o maior inimigo aqui. Não sério, tentem.

Não é o Santuário não. Também não é Hades. Tá, uma dica: envolve um jogo free to play, progressão no jogo, evolução de personagens e “give me money!”.

Resumo: faz uma semana que não encosto no jogo e possivelmente não vou mais jogar.

After Burner Climax – Mobile

É basicamente o mesmo jogo que joguei no Playstation 3, o que é algo fabuloso, afinal o jogo é ótimo lá.

Infelizmente para jogar no celular você tem de se adaptar ao gameplay que é ruim (na verdade dá para dominar com o tempo, mas eu não gosto) e caso não queira compra-lo, suportar uma propaganda a cada respiração que dê.

Sabe, ao final desse ano tenho a certeza de que meu preconceito para com jogos de celular tinha fundamento. Isso não é pra mim.

Rockman X4 – Playstation

Meu jogo favorito da franquia X e sim, o japonês. Primeiro porquê as músicas de abertura são muito melhores (as versões americanas destroem as aberturas originais) e segundo porquê a dublagem americana para as belíssimas cutscenes animadas é pior que as dublagens dos antigos Castlevanias.

Infelizmente X4 marca o último real bom jogo da franquia X. Espero que a Capcom consiga resgatar essa série do limbo e fazer novos e bons jogos, não se limitando a vender os antigos a valores ofensivamente altos digitalmente.

Rockman 8 – Playstation

Também na versão japonesa, pelos mesmos motivos de X4, Rockman 8 foi um jogo duramente criticado em seu período de lançamento, mas que por sua belíssima arte e animação captou meu coraçãozinho gamer no ato.

Ademais, é sempre bom enfrentar o real vilão da franquia Megaman: Doutor Willy.

Castlevania: Symphony of the Night – Playstation

Eis o jogo que sacramentou o termo “metroidvania” no mundo dos games. A obra prima máxima de Koji Igarashi merece toda a fama e sucesso que possui. E realmente um jogo impecável.

Apesar de não ser o meu Castlevania preferido (prefiro os jogos da velha guarda da franquia), é sempre um prazer derrotar Dracula com Alucard ao longo de boas horas desfrutando dessa obra prima.

Se possível, jogue a versão original do Playstation, em que Alucard tem voz de homem (e não de um adolescente mimado) e que rendeu tantos deliciosos memes ao longo dos anos.

Einhander – Playstation

Dentre tantos shooters laterais da época, Einhander imediatamente prendeu a minha atenção e rapidamente se tornou um de meus favoritos do gênero.

O jogo além de contar com um sistema de armas secundárias interessantes inova no gênero apresentando takes de câmera bem “cinematográficos” que não interferem na ação, um design de navas e de cenários que quebra um pouco o padrão visto nesse tipo de jogo e possui uma trilha sonora mais “zen” que o usual.

Essa deliciosa “mistureba” toda pode ser vista de cara na primeira fase do game. Acredite em mim, se tu gosta de shooters com scroll lateral, Einhander vai te pegar também.

Ace Combat 3: Electrosphere – Playstation

Até hoje esse é o meu Ace Combat favorito, apesar de não ter jogado o último lançamento da franquia até o momento. Aqui você encontra o que há de melhor no bom e velho combate aéreo arcade (saporra não chega perto de ser um simulador).

Se possível pegue a versão japonesa. Você não entenderá bulhufas da história, mas terá todo o conteúdo do jogo intacto. Infelizmente a versão americana é meio capada.

Legend of Legaia – Playstation

Um despretensioso RPG que se destacou por possuir um dos melhores e mais inventivos sistemas de combate por turnos da história dessa indústria vital.

O visual não era grande coisa, a história bobinha e o design de inimigos bem genérico. Entretanto o sistema de combate te fazia continuar a jogar não importava o quanto o resto do jogo fosse medíocre.

Tornado Flame!

Infelizmente Legend of Legaia 2, para Playstation 2, cagou até mesmo com esse sistema, matando qualquer chance de Legaia se tornar algo próximo a uma franquia. Uma lástima.

Chrono Cross – Playstation

Sequência de Chrono Trigger, Chrono Cross é o alvo de uma das minhas principais opiniões impopulares no mundo do entretenimento eletrônico: Acho Cross melhor que Trigger.

Seu sistema de combate, ponto pivotal para qualquer JRPG, é delicioso. Una isso a um elenco de personagens incríveis, história intrigante, design de personagens inspirado e uma das melhores trilhas sonoras que esse mundão gamer já teve o prazer de ouvir, e temos ai um jogo que é, pessoalmente falando, irretocável.

Metal Gear Solid – Playstation

Eu tinha uma tradição anual de jogar todos os Metal Gear, em ordem de lançamento. Infelizmente não possuo mais o tempo necessário para tal, assim sendo, escolho um por ano para jogar. Pelo menos um.

Esse ano o escolhido foi o melhor, repito, melhor jogo de Playstation da história desse console. E tenho dito.

Castlevania: Lament of Innocence – Playstation 2

Conhecido também como “Castlevania May Cry”, Lament of Innocence é canônico e conta a história de Leon Belmont e o que o levou a ser o primeiro de uma linhagem de caçadores do Drácula.

O jogo mudou bastante o core de seu gameplay, se tornando um jogo prioritariamente de ação. Seu sistema de combate segura bem a onda do pouco inspirado game design. A trilha sonora, como não poderia deixar de ser em um game da franquia, é deliciosa.

Castlevania: Curse of Darkness – Playstation 2

Jogar novamente Curse of Darkness me fez perceber que eu fui muito duro com ele no passado.

Sim o jogo tem um game design horrendo, nos obrigando a atravessar um corredor atrás do outro, ambos basicamente iguais, mas o jogo tem sim sus qualidades. O sistema de combate, apesar de ainda se focar na ação, trouxe de volta elementos de RPG como múltiplas armas a escolher, sistema de evocação, sistema de evolução, etc.

O jogo passa longe de ser um primor, e eu pessoalmente ainda prefiro Lament of Innocence na comparação, mas por certo Curse of Darkness não é a porcaria que eu o considerei no passado.

PS: O design de personagens é absurdamente inconsistente também. Puta que pariu, o que é aquele Isaac?!

Final Fight Double Impact – Playstation 3

Pessoalmente essa é a melhor versão de Final Fight. É possível habilitar e desabilitar vários filtros visuais, jogar com a trilha sonora mixada ou com a original e de quebra jogar online. Infelizmente eu descobri que muita gente que o joga online não faz ideia de o como jogar, ou que possuem problemas mentais, mas a opção está lá.

Se quiser uma boa sessão de nostalgia aliada com a praticidade de jogar com um amigo online, Final Fight Double Impact é uma ótima pedida.

Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados – Playstation 3

Sim, é mais um Arena Fighting da Bandai-Namco se aproveitando da popularidade de uma franquia de animes tentando lucrar um dinheirinho à custa dos fãs babões. Pois bem, eu sou um fã babão de Saint Seiya e, vejam só, comprei.

O jogo não tem nada demais. Na verdade quem já jogou qualquer outro Arena Fighting da Namco-Bandai sabe exatamente o que esperar aqui. Imagine que Alma dos Soldados é algo dos últimos games de Naruto, só que com o orçamento mais baixo.

Para o brasileiros há um adendo muito forte para a compra do game: a dublagem brasileira. É um bom trabalho que respeita o fã brasileiro da franquia e que ajuda a esconder o quão básico o jogo o é. Funcionou comigo.

Street Fighter 3 3rd Strike: Online Edition – Playstation 3

O melhor Street Fighter em sua melhor versão. É basicamente o jogo do arcade em sua versão mais atualizada e equilibrada com opções de jogo online e netcode GGPO (finalmente rollback!).

É uma pena que esse game não tenha saído para os atuais consoles e espero que os próximos tenham retrocompatibilidade total, sendo possível usufruir de Street Fighter 3 3rd Strike: Online Edition em toda a sua glória.

Metal Gear Rising Revengeance – Playstation 3

Um jogo de ação frenético, belo, que roda a 60fps no Playstation 3 e que contém ação com uma espada que realmente corta os inimigos (e quase tudo o que está na tela). É uma das obras primas da Platinum e se você torce o nariz para o jogo por levar o nome que carrega e não ser um jogo tradicional da franquia Metal Gear, você é por definição um idiota.

Joguem, repito, joguem Metal Gear Rising Revengeance!

Bayonetta – Playstation 3

Na época em que o Playstation 3 era o console do momento minha conta da PSN era americana. Nessa conta, platinei Bayonetta. Assim que comprei o Playstation 4 criei uma conta Br e é com ela que vou seguir. Daí pensei: “vou platinar alguns jogos que eu platinei na minha conta antiga”. Dentre eles, Bayonetta. Desisti rapidamente.

Puta que pariu com o serviço porco que fizeram na versão de Bayonetta para Playstation 3. Sério, não dá. Bayonetta é um grande jogo e merece ser jogado na sua melhor forma, ou seja, em qualquer versão menos essa.

Passe longe.

Vanquish – Playstation 3

Não gosto de jogos de tiro em terceira pessoa. No geral são todos lentos e baseados em cover. Acho um saco. Mas eis que descubro Vanquish, um jogo de tiro em terceira pessoa, desenvolvido pela Platinum que une o frenesi dos jogos da empresa com um competente jogo de tiro em terceira pessoa.

O joguei esse ano e tive a confirmação de que esse é, junto a Zone of the Enders 2: The Second Runner, meus games de tiro (mais ou menos o ZoE com relação a ser um jogo de tiro) favoritos da vida.

Mal espero o remaster dele (junto com Bayonetta) a ser lançado em 2020!

Tekken Tag Tournament 2 – Playstation 3

Já disse isso no ano de lançamento desse jogo e volto a repetir: Tekken Tag Tournament 2 não é somente o melhor jogo de luta de sua geração, como também é um exemplo de respeito ao consumidor.

O tag do jogo realmente cria situações desbalanceadas, mas no geral TTT2 é um dos favoritos dos fãs de Tekken, inclusive sendo para muitos melhor que Tekken 7 (eu discordo veementemente disso).

Recomendado a todo jogador que curte um bom jogo de luta, mesmo que casualmente, e que ainda possua um Playstation 3 ou Xbox One.

Devil May Cry 2 HD – Playstation 3

Esse jogo foi considerado uma bela bosta em seu lançamento e, vejam só, anos depois, jogando-o no HD Collection, ele continua sendo uma bosta, mas agora uma bosta em HD. Quantas vezes eu escrevi a palavra bosta aqui? Tenho de contar? Bosta!

Devil May Cry 3 HD – Playstation 3

Se o primeiro jogo da franquia criou um gênero e o segundo “cagou na barranca”, Devil May Cry 3 elevou a fórmula às estrelas. Boa história, Dante com a personalidade muito bem definida, gameplay preciso e técnico, fucking Vergil e puta que pariu eu amo esse jogo!

Fiz tudo o que era possível nele no Playstation 2, o platinei mais de uma vez no Playstation 3 e se eu o encontrar em um bom valor na coletânea para Playstation 4 eu compro e o platino de novo.

Devil May Cry 3 está para o Hack and Slash assim como tesão está para a humanidade. Eu não entendi muito bem essa relação também, mas agora já escrevi.

Final Fantasy XIII – Playstation 3

Na época do lançamento de Final Fantasy XIII eu sequer cheguei a seu final. O jogos com seus intermináveis corredores, progressão linear, sistema de combate fraco e história convoluta me fizeram repugnar.

Anos depois, eis que eu decidi que iria finalizar todos os jogos da franquia principal que eu ainda não tinha finalizado. Para isso só faltava um: Final Faantasy XIII.

Assim que cheguei na primeira (e potencialmente única) área aberta do jogo o HD do Playstation 3 “morreu”. Resumo da história, perdi meu save e caso eu queira finalizá-lo terei de recomeçar do zero.

Acho que o Cosmo está me dando um recado nada sutil e eu o estou ignorando…

Grid 2 – Playstation 3

O lance é simples: Eu e mais 4 amigos abrimos um “lobby” e vamos para a corrida. Mais gente entra nas corridas e somos nós contra eles. E depois, nós contra nós.

PS: O lance não é quem ganha a corrida, mas sim quem sobrevive ao “Descruction Derby” criado por nós. A colocação no campeonato é secundaria.

NBA 2k18 – Playstation 4

O último jogo de basquete que eu realmente curti (tirando NBA JAM) foi NBA 2K02, de meu amado e finado Dreamcast. Desde então jogos de esporte em geral foram perdendo espaço na minha entidade gamer.

Aproveitando uma bela promoção da PSN adquiri NBA 2k18 para ver como estava essa franquia.

O jogo é lindo, competente, complexo e fabuloso. Joguei umas cinco partidas online, comecei o modo carreira e nunca mais joguei. Acho que realmente jogos de esporte não são mais pra mim. Menos Virtua Tennis, cadê um novo Virtua Tennis, porra?!

Jump Force – Playstation 4

Um jogo que foi anunciado com um puta hype na E3 do ano passado, que prometia ser algo maior do que mais um Arena Fighting Game genérico da Namco-Bandai. Eis que o jogo é lançado e ele realmente não é um Arena Fighting Game genérico da Namco-Bandai, pior do que isso.

Grande decepção desse ano da minha vida gamer fácil.

Final Fantasy IX – Playstation 4

Final Fantasy IX é o único jogo da franquia que briga no meu coração com o VI pelo título de melhor game da franquia. Personagens com “jobs” bem específicos, história mais mágica e fantasiosa, personagens carismáticos e em Super Deformed (eu gosto!). Tudo de volta!

Demorei por demais a adquirir a versão remasterizada o game, mas esse ano o fiz e estou sendo bem feliz com ele (não o finalizei ainda). A única bola fora é não ter suporte para movimentação com o analógico.

Dissidia Final Fantasy NT – Playstation 4

Quando eu vi o primeiro trailer desse jogo eu fiquei maluco. Quando eu fiquei sabendo que ele seria lançado para Playstation 4, fiquei mais maluco ainda. A cada personagem anunciado, loucura, loucura!

O jogo saiu e não era aquilo tudo o que eu esperava. Modos off-line fraquíssimos, multiplayer pouco funcional, sem sistema de level de personagens (já clássico na franquia). Enfim, um produto pobre, mas encoberto por um belo pacote audiovisual.

Esse ano adquiri o jogo e ele realmente me diverte, não o achei a completa porcaria que muito se alardeou, mas eu esperava muito mais.

Dragon Ball FighterZ – Playstation 4

O fenômeno dos fighting games de 2018 basicamente sumiu dos holofotes em 2019. Sequer foi um verdadeiro main event na EVO (finals fora do saguão principal).

Honestamente eu mesmo pouco o joguei esse ano. Comprei vários chars que me interessavam, mas como no geral o jogo perdeu muito de sua fã base, ficou difícil jogar online com abundância nas rankeds. Como meus amigos mais próximos não mais o jogam, ele também perdeu esse apelo.

Espero que ele dê um “up” em 2020, gosto para caralh* do jogo.

Doom – Playstation 4

O retorno de Doom aos holofotes do mundo gamer aconteceram em grande estilo. O jogo tem tudo o que precisava para ter sucesso: violência e um bom gunplay. Alie isso a um foco claro da equipe de desenvolvimento em proporcionar uma boa experiência single-player e você tem ai um FPS pronto para agradar a velha guarda.

Sim, o jogo possui multiplayer, mas passa longe de ser o foco. Está lá para quem tem a necessidade de enfrentar humanos online. Quem gosta de Doom está cagando para matar humanos, o lance é matar demônios ao som do mais puro metaaaaaaaaaal!

Street Fighter V: Champion Edition – Playstation 4

Já disse isso no passado e vou repetir aqui: Street Fighter V não é digno de carregar o nome que carrega. Entretanto, dada a nova atualização resolvi reinstalar o jogo e conferir o que mudou e o que não mudou desde a última vez que eu o joguei.

Continuo afirmando que esse jogo não merece o título que possui, mas admito que para jogar despretensiosamente com os amigos e divertidinho. Isso é bom em especial quando você tem uns amigos muito filhos da put* que só jogam samerd* desse jogo no que cerne a fighting game!

Persona 5 – Playstation 4

Eis o mais novo rei dos JRPGs. Persona 5 tem tudo o que um fã do gênero possa querer, tudo amarrado com um pacote audiovisual único e estiloso até o limite.

Persona 5 foi o terceiro jogo do ano ao qual mais dediquei tempo esse ano. O finalizei uma vez e estou na metade do segundo gameplay. Por certo ao longo de 2020 irei platiná-lo, nem que isso me renda mais dois gameplays inteiros desse danado (ou isso, ou eu paro de ser turrão e pego um guia).

Shadow of Colossus – Playstation 4

Uma verdadeira aula de como fazer um remake, simples assim. Não há um elemento nesse jogo que não seja exponencialmente melhor que no jogo original. Como consequência, o remake é um jogo exponencialmente melhor que o original.

Foi uma platina sofrida dada a quantidade de vezes que tive de finalizar esse jogo consecutivamente, mas foi prazeroso. Por certo se há um jogo que já teve sua cota comigo por conta dessa platina é Shadow of Colossus.

Starlink: Battle for Attlas – Playstation 4

Pense em uma mistura entre Star Fox, No Man´s Sky e Destiny 2, mais voltado para um público casual. O híbrido dessa mistureba resultaria em algo próximo a Starlink.

Esse danado me foi a surpresa de 2019. O adquiri despretensiosamente em uma promoção e seu senso de exploração espacial, aliado a divertidos combates aéreos, que pegaram desprevenido.

Sim, o jogo é bem repetitivo e pouco variado no que cerne a inimigos, mas ainda assim me foi uma surpresa positiva. Não sei se isso foi por mérito do próprio jogo ou pelo fato de eu já não estar esperando nada demais dele. Enfim…

Moto GP 2018 – Playstation 4

Se lembram do texto mais acima deixado acerca da minha experiência para com NBA 2k18? Então, a história foi basicamente a mesma aqui. Jogo muito bom e tal, mas mal joguei e já o encostei. Não é mais pra mim.

Nioh – Playstation 4

Enquanto gamer que não curte a série Souls sempre fiquei com um pé atrás com Nioh. A temática sempre me interessou, mas o gameplay realmente me era uma pessoal preocupação. Eis que o jogo foi dado ao longo do ano para os assinantes da Plus e finalmente pude testar.

Me surpreendi o quanto achei o jogo divertido e, na minha mente, prefiro pensar nele mais como um “novo Onimusha” do que um “novo Souls”. Se isso sou eu me iludindo ou não, ou não sei, se for, está funcionando.

Há aqui mais uma pessoa ansioso por Nioh 2, simples assim.

Destiny 2 – Playstation 4

A questão é muito simples: eu adoro Destiny 2, eu não tenho o tempo necessário para jogar como eu gostaria Destiny 2, meu HD só possui 500GB e não posso deixa-lo instalado sempre pois ele sozinho consome mais de 100GB. Como resultado, não o joguei sequer perto do que eu gostaria.

Art of Fighter Collection – Playstation 4

Aproveitando uma promoção da PSN (adoro uma promoção!) adquiri a coletânea de uma franquia que há muito tempo está na geladeira mas que já me eu muitas alegrias no passado.

Infelizmente essa coletânea é apenas um port do que já existia no Playstation 2, e com isso todos os problemas de outrora aqui estão: baixa resolução, menus para troca de jogo inexistentes, mas o pior de tudo é a impossibilidade de mapeamento dos botões de ação.

Soul Calibur 6 – Playstation 4

Lembro-me de quando Soul Calibur era um dos gigantes dos fighting games. Infelizmente o terceiro jogo não foi lá muito bem visto, o quarto é horrível e o cinco, medíocre. Não há franquia que sobreviva relevante nessa situação.

Felizmente Soul Calibur 6 é um enorme passo rumo a direção correta. Mecânicas bestas foram jogadas fora, foram adicionadas novas e competentes mecânicas, o elenco é muito bom, o jogo é lindíssimo, enfim, é o pacote completo.

Atualmente o jogo pode ser encontrado por valores de compra muito bons (versões em mídia física). Fica ai a dica e a recomendação.

Gran Turismo Sport – Playstation 4

Gran Turismo Sport foi lançado com uma falta de conteúdo abismal, mas atualmente, após constantes atualizações e suporte, o jogo é bastante completo.

Sobre a minha relação para com ele, faço aqui as palavras que escrevi sobre Destiny 2. Realmente preciso de um HD externo grande para instalar tudo o que preciso / quero no meu console.

Mark of the Ninja Remastered – Playstation 4

Dos mesmos criadores de Shank, surgiu Mark of the Ninja, um jogo 2D de ação ninja steath, exclusivamente pra PC e Xbox 360. Algum tempo depois a versão Remastered e como ela também saiu para Playstation 4, tive a chance de experimentar essa belezinha.

O jogo é tudo o que a crítica diz e muito mais. Um verdadeiro jogo de ninja: é necessário ser invisível a seus inimigos para ser efetivo. Matar silenciosamente é a chave do sucesso. A arte do jogo é belíssima, superando em muito o já visto nos dois games Shank.

Rise of Tomb Raider – Playstation 4

Continuação direta do reboot de Tomb Raider, Rise consegue entregar o que promete: um jogo que em espoco é maior e mais grandioso que o antecessor. Apesar disso, ironicamente achei o jogo anterior mais climático. Me senti mais atraído para o universo do jogo anterior muito mais do que nesse aqui.

Deixando claro que Rise of Tomb Raider é um jogo incrível, mas recomendo veementemente priorizar Tomb Raider Definitive Edition. É bem mais barato e no geral e um jogo que oferecerá quase tudo o que Rise ofereceria. Deixe para comprar Rise em uma oportunidade promocional.

Garou: Mark of the Wolves – Playstation 4

Simples e direto: Garou é o supra sumo dos fighting games da SNK. Se você gosta de jogos de luta, vá de Garou. Se você gosta de um belo trabalho em animação em sprites 2D, vá de Garou. Se tu quer experimentar jogos de luta 2D, vá de Garou.

Faz assim: Se tu não tem completa aversão por games do gênero, compre Garou e vá ser feliz. De bônus, o jogo para Playstation 4 ainda possui um netcode super funcional, só não ache que tem muita gente jogando por lá, infelizmente.

Shenmue – Playstation 4

Um dos jogos mais importantes da minha vida é Shenmue. Junto a Metal Gear é a minha série favorita, se é que posso chamar Shenmue de série ou franquia. Fui um apoiador de Shenmue 3 no Kickstarter (apesar de ainda não começar a jogar minha versão de mídia física de apoiador). Quando anunciaram o remaster dos dois primeiros jogos para Playstation 4 eu fiquei em êxtase.

Shenmue é uma obra a frente de seu tempo, mas depois de tanto tempo obviamente ficou datado. Recomendo a todos que pelo menos compreendam o quão revolucionário e grandioso foi / é Shenmue. Claro que incentivo a todos que o experimentem.

Quanto ao trabalho de remaster, no geral ele foi competente. No lançamento haviam alguns crashes, bugs de câmera e de som, mas isso tudo foi resolvido via patches.

Shenmue 2 – Playstation 4

Continuação de Shenmue Tudo o que foi dito sobre o primeiro Shenmue se aplica também à sua sequência. Shenmue 2 equilibrou algumas mecânicas, melhorou o combate e o geral é um jogo superior ao primeiro.

Caso tenha abraçado a causa e finalizado o primeiro jogo, aproveite a vibe e parta para o segundo.

Ultra Street Fighter 4 – Playstation 4

O Playstation 4 tem um bom Street Fighter, mas não é o V. A versão de Ultra Street Fighter IV teve graves problemas em seu lançamento, mas atualmente é um jogo “redondinho”. Street Fighter 4 foi o jogo que fez renascer com vigor a chama do fighting game competitivo e o Ultra é sua versão definitiva. Aproveite promoções e o compre sem medo.

Death Stranding – Playtation 4

Primeiro projeto de Kojima fora da Konami, Death Stranding é verdadeiramente um jogo único e que não agradará a todos. Particularmente, gostei tanto da obra que já possuo mais de 120 horas de jogos e ainda estou no capítulo 8.

Pessoalmente, partindo de um ponto de vista técnico, Death Stranding é minha escolha para jogo do ano de 2019. Eu sei que alguém ai quase deu um pulo para trás de ódio em repúdio ao que acabou de ler. Segura essa emoção ai campeão.

Tekken 7 – Playstation 4

Possivelmente o jogo que mais joguei no ano de 2019, Tekken 7 é, para mim, não somente o melhor de toda a franquia, mas também o melhor fighting game dessa geração.

A grande vantagem de Tekken 7 frente a seus concorrentes de gênero é o quão ele é acessível para quem quer jogar só casualmente e ao mesmo tempo o quanto é profundo e complexo de se dominar.

Tekken 7 e Soul Calibur 6 são os dois melhores jogos de luta atuais no que cerne a custo-benefício, mas como Tekken 7 possui a maior quantidade de jogadores ativos online, caso queira realmente se dedicar é a melhor opção.

Devil May Cry 5 – Playstation 4

Se Death Stranding seria a minha escolha enquanto jogo do ano de 2019 por questões técnicas, Devil May Cry 5 é a minha escolha pessoal como jogo do ano de 2019.

A quinta investida da Capcom na franquia Devil May Cry é certeira em absolutamente todos os pontos. O gameplay é uma evolução absurda do já visto nos terceiro e quarto games, a história fecha o arcos dos filhos de Sparda satisfatoriamente e os gráficos são fucking incríveis. Essa engine gráfica da Capcom é realmente incrível.

Devil May Cry 5 é tudo o que eu espero de um jogo de ação: Um jogo. Não tenta ser mais do que precisa ser e faz com primor tudo o que se propõe a fazer. Não há interrupções na ação, não há QTEs e todas as cutscenes além de exageradas e cativantes, servem apenas para levar o jogo a próxima fase e simbora com mais ação.

Esse jogo dá esperanças de que a série não ficará mais por tanto tempo no ostracismo, pois além de ser um puta jogo fabuloso, felizmente vendeu muito bem. Como bem se sabe, não importa o quão bom o jogo possa ser, se não vender bem é “game over”.


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Gamer por paixão, cinéfilo por vocação, leitor de mangás e HQs por criação e nerd pela somatória dos fatores. Acredita que os únicos possíveis cenários de apocalipse são Zumbis e Skynet e não sai para noitadas por medo do que Segata Sanshiro pode fazer se encontrá-lo.

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  2. Marvox disse:

    Lista caprichada de bons momentos para todos os momentos. Gostava de jogo de esporte, depois fui desencanando e NBA Jam é aquele que me faz não fugir totalmente desse estilo de jogo, gosto demais do jeito, das músicas e sempre acabo jogando a versão Arcade ou aquela do SNES.

    Tive bons momentos com esses jogos de Mega e SNES, sobre Sailor Moon recomendo a versão de Game Gear – Bishoujo Senshi Sailor Moon S.

    Grid 2 foi o último jogo de corrida que achei realmente gostoso de jogar, a dublagem em português, as missões semanais no ambiente online e a Campanha valeu a pena cada momento.

    E quando é que Parasite Eve vai aproveitar esse momento de Remakes? Lembro muito dessa época, é um nome que fazia a diferença.

    Valeu mesmo, Farnezi, por trazer o Gamerniaco de volta para o Meme Gamer! Grande abraço!

    Curtido por 1 pessoa

    • Mister Marvox, seja bem vindo e eu espero que seja figura regular por aqui.

      Se Parasite Eve ganhasse um remake digno, nível FFVII (ó o sonho começando), eu o jogaria e já poderia morrer em paz. Sou apaixonado pelo primeiro game da franquia.

      Já dei uma olhada na sua lista, só não tive tempo hábil para comentar ainda.
      Já já apareço por lá!

      Curtido por 1 pessoa

  3. Gamer Caduco disse:

    Caçarola, que lista gigantesca! E o povo reclama das minhas… hahaha!
    Mas o que mais me impressiona é a qualidade dela, não a quantidade. Muitos jogos bons, muitos mesmo! Que ano produtivo o seu, cara! Muito bom!

    Eu vou quebrar um pouco a minha tradição de comentar cada item da lista pra não ficar um comentário muito grande. Vou focar nos que quero dizer algo e montar umas “sub-listas” dos demais. Até pra não ficar repetitivo (tipo, quero jogar este algum dia em 6 jogos ou mais).

    Vou fugir dos nomes ridículos que eu sempre escrevo no lugar dos nomes originais também, pra vc não se confundir na hora de ler! É muito jogo! kkkkkkkk

    – Lista de jogos que pretendo jogar já em 2020, dado que eu pretendo jogar mais algumas coisas de Mega e iniciar a maratona de SNES: Castlevania: Bloodlines, Castlevania: Dracula X, Adventures of Batman and Robin, Final Fight 2, Final Fight 3, Sunset Riders (de SNES), TMNT 4: Turtles in Time (de SNES), Goof Troop;

    – Jogos que desconheço e não sei o que dizer: Einhander, Ace Combat 3: Electrosphere;

    – Jogos que vou ignorar por alguma razão “mimizenta” (sorry): todos Pokémon (detesto a franquia como um todo), Tekken 5 e 6 (não ligo), Sailor Moon (sua descrição me convenceu a ficar longe), NBA Jam (basquete, tô fora), Pit Fighter (não gosto), Tetris Attack (não tem fim), Death and Return of Superman (não empolgou), Epic Seven (mobile só Mario Kart Tour), The King of FIghters All Star (idem), Final Fantasy XV: Pocket Edition (de novo), Opera Omnia Dissidia Final Fantasy (mais uma vez), Dragon Ball Legends (again), Saint Seiya Awakening (talvez este ganhe uma chance no futuro), After Burner Climax (dói a minha alma dizer que não vou jogar um After Burner), Chrono Cross (eu sei, vc ama o jogo, mas eu tenho birra dele… kkk), Metal Gear Solid (outro que tenho birra), Castlevania: Lament of Innocence (mais um), Tekken Tag Tournament 2 (não ligo), Grid 2 (idem), NBA 2k18 (basquete), Jump Force (só queria jogar ele pra bater no Seiya), Dissidia Final Fantasy NT (não ligo), Starlink: Battle for Attlas (se lembra Star Fucks eu tô fora), Moto GP 2018 (não ligo), Destiny 2 (não ligo), Art of Fighter Collection (continuo não ligando), Soul Calibur 6 (ainda não ligo), Gran Turismo Sport (joguei o 5, é bom, já foi o bastante pra minha vida), Garou: Mark of the Wolves (parece foda, mas eu não fui feito pra jogos de luta), Tekken 7 (não ligo);

    – Jogos que estão na minha lista para jogar no futuro, mas não em 2020 provavelmente: Final Fight One, Castlevania: Harmony of Dissonance, The 3rd Birthday (preciso jogar PE2 antes), The King of Dragons, Knights of the Round, Megaman X, Rockman X4, Rockman 8, Legend of Legaia, Castlevania: Curse of Darkness, Final Fight Double Impact, Metal Gear Rising Revengeance, Devil May Cry 2 HD, Devil May Cry 3 HD, Final Fantasy XIII, Persona 5, Shadow of Colossus (remake), Nioh, Mark of the Ninja Remastered, Rise of Tomb Raider, Shenmue, Shenmue 2, Death Stranding (mesmo não estando no hype, pretendo conhecer), Devil May Cry 5;

    Agora sim, a lista que vou comentar:

    – Crisis Core: Final Fantasy VII: sigo o relator no primeiro parágrafo inteiro! haha! Não preciso dizer mais nada. E a coisa que mais falei sobre o remake é que eu gostaria que ele ficasse com o mesmo sistema, senão eu vou mudar rapidinho pro modo clássico!
    – Golden Axe: The Revenge of Death Addler: confesso nunca ter jogado, embora tenha lido sobre. Gosto do “Axé Dourado 2”, talvez goste da ideia de termos dois jogos diferentes para jogarmos, mas estranho um jogo de qualidade não ter sido portado para o Mega na época, de fato.
    – Raiden Densetsu 1 e 2: uma dúvida que eu tenho é se este jogo tem fim. Quando lembro de ter jogado (inclusive joguei em dupla numa BGS do passado que tinha arcades) é que ele ficava em looping, com versões das mesmas fases só que cada vez mais difíceis. Algum deles tem fim? Pq o jogo em si é excelente. Aí perdoe a minha ignorância, acho que o que tinha na BGS era o Raiden Trad, que se eu não estiver viajando muito, deve ser o Raiden 1 da sua lista. É isso mesmo? rs
    – Street Fighter 2: World Warrior e Champion Edition: não posso discordar, aliás, estou aqui neste exato momento prestando a continência. Como eu desejei Street Fighter no Mega Drive, como eu comemorei quando saiu Champion Edition pra ele!
    – Streets of Rage 1 e 2: a única coisa que eu não tenho certeza se concordo (com ênfase no “não tenho certeza”, pq eu realmente não tenho) é qual das trilhas sonoras é melhor, a do 1 ou a do 2. O 2, inclusive, é o meu segundo jogo favorito do Megão. E provavelmente está no meu top 5 da vida. Jogaço! E o 1 também é bem foda. Tudo melhor que Final Fight. Na minha (nada) humilde opinião! haha
    – Bare Knuckle III: cara, vc começa seu texto com “me recuso a jogar SoR 3”, eu quase caí da cadeira rindo. Pq este foi o meu mantra a vida toda, eu fugia deste jogo de tanto ódio que eu sinto dele. Aí “descobri” que a versão japonesa é mais jogável e descobri um puta jogo. Foi este ano, ele está na minha lista, talvez vc leia sobre. E eu gosto da trilha sonora, apesar dela não ter o mesmo brilho das anteriores.
    – ESWAT: eu adorei jogar ele até o fim pela primeira vez em 2019 (tá na minha lista também), nunca tinha feito. Gosto bastante do jogo. Não sou conhecedor de jogos de Arcade, então vou anotar sua dica aqui e colocar a versão de ESWAT na minha lista.
    – Road Rash I e II: ótimos jogos, eu joguei muito quando era moleque. O II principalmente, pq eu podia jogar com amigos. Que pena que não tinha DLC na época dos cartuchos, faria mais sentido mesmo, mas talvez eu não tivesse jogado! haha
    – Out Run: eu não sei o ego se fica inflado, mas que jogar Out Run é uma baita de uma terapia relaxante, isso eu concordo plenamente. A parte mais difícil é escolher qual das incríveis músicas escutar durante o gameplay! hehe
    – Quack Shot: se é o melhor da Disney eu não sei, mas o melhor do Pato Donald é com toda certeza! \o/
    – Teenage Mutant Ninja Turtles: The Hyperstone Heist: bom, eu só joguei o TiT de Arcade (olha o plot twist aí) e não o de SNES (pretendo este ano), mas acredito em vc que parece um fangame! haha! Ainda assim, super divertido! Lembro que foi um parto conseguir alugar este jogo na época, vibrei muito quando consegui.
    – Desert Strike: Return to the Gulf: engraçado como a galera no geral pira neste game e eu não consigo me identificar com ele. Ou pelo menos não consegui na infância/adolescência. Eu sou do tipo “Rambo”, então gerenciar recursos está acima da minha capacidade! kkkkkkkk! Talvez agora, mais experiente (velho é o escambau) eu consiga jogar melhor, mas não sei se quero! haha
    – Golden Axe 1, 2: aí eu discordo um pouco quanto ao “simples upgrade”. Claro, preciso jogar The Revenge of Shin… digo… Death Addler pra ter uma ideia melhor do que vc está falando. O engraçado é que ainda assim o meu favorito é o 1 do Mega (entre os 3 de Mega e o 1 de Arcade), pelo trecho a mais que tem, etc e tal.
    – The Revenge of Shinobi: também só jogo com shurikens infinitos! haha! Pra mim foi uma satisfação enorme terminar este jogo a primeira vez também. A diferença é que faz pouco tempo que isto aconteceu! kkkk
    – Ayrton Senna Monaco GP 2: preciso dedicar mais tempo a ele, é um baita jogo. Difícil até não poder mais. Curioso que em 2019 eu joguei foi o de Master System, que é um jogo muito divertido!
    – Final Fantasy 6: não calo a boca não, Final Fantasy Tactics é melhor (é o jogo da minha vida… rs). Mas FF6 vem em segundo! Acima de qualquer outro! Chupa FF7! kkkkkkk
    – Chrono Trigger: aí eu acho que a sua opinião é bem impopular mesmo, tenho birra de Corno Cross e amo Chrono Trigger! Melhor (J)RPG da história!
    – Castlevania: Symphony of the Night: DAAAAAAAAAAAAI MONZTÊRRRRRR! kkkkkk… nunca vi a voz original em japonês, e olha que eu perdi as contas de quantas vezes terminei este jogo. Ta aí uma boa oportunidade pra jogar de novo! Sobre preferir ele ou os clássicos, eu sinceramente não sei o que responder mais. Antigamente eu dizia SotN com certeza. Mas aí veio 2018 e eu terminei o I e o III. Não sei mais qual escolher.
    – Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados: putz, eu não sei se poderia saber da dublagem brasileira, agora quero jogar! E olha que eu já achei o Bravos Soldados bem genericão… mas… tem dublagem brasileira, pqp! kkkkk.
    – Street Fighter 3 3rd Strike: Online Edition: poderiam ter portado mesmo pros consoles atuais. Mas acho que a galera debandaria do SFV e ia pra ele! haha
    – Bayonetta: como eu só joguei a versão de PS3, eu curti! Não fiquei bronqueado com nada nele. Pior que não adianta mais eu jogar outra versão (tenho pra Wii U, veio junto com o 2, mas só joguei o 2 mesmo). Não lembro muito bem pra fazer um comparativo! rs
    – Vanquish: tentei jogar, não curti! Mas acho que meu problema é o gênero mesmo, o tal TPS com cover… aí sou obrigado a concordar! hehe
    – Final Fantasy IX: minha opinião agora é que é impopular, mas achei FF9 ultra sem graça! rs! Tipo, gostei dos jobs (adoro este sistema), mas achei quase todos os personagens sem graça, história não me cativou e vilão do jogo quase não se mostra o tempo todo. Não sei, não me prendeu. Como joguei só recentemente, talvez eu já tenha ido com muitas expectativas. Faz parte.
    – Dragon Ball FighterZ: joguei em 2019 e gostei bastante, mas não me parece um jogo… como eu posso dizer… feito pra campeonatos. A impressão que eu tenho é que dá pra jogar ele meio no modo “vaca louca”, ele me parece menos refinado que os concorrentes (SFV e MK10/11). Só que aí é a opinião de um cara que manja tanto de jogos de luta quanto de história da Guatemala, então… hahahahahaha
    – DOOM: uma das minhas maiores decepções. Mas calma, não é com o jogo, é com o fato de que eu quero muito jogar ele e não posso por causa da motion sickness. Fico enjoado com menos de 10 minutos de jogo. E ele parece muito foda, bem melhor que qualquer porcaria de FPS moderno.
    – Street Fighter V: Champion Edition: não joguei o Champion Edition, mas concordo mesmo assim! hahaha! Precisa ser a oitava maravilha pra carregar este subtítulo! Ou a nona, pq o 2:CE talvez seja a oitava. Mas enfim, eu desisti de jogar SFV faz tempo, precisa ser totalmente dedicado ao jogo pra se dar bem nele, não dá pra jogar despretenciosamente igual ao 2 ou 4. Lembra bastante o 3 também, não consigo jogar os dois por muito tempo, mesmo tendo consciência da qualidade de ambos.
    – Ultra Street Fighter 4: eu me afastei dele quando soube dos problemas. Se já corrigiram, talvez eu dê uma chance! Talvez… rs.

    Ufa, é isso!
    Esperando pra ver a lista de 2020! Será que vc bate os 100 jogos em um ano? Seria épico! hahaha
    Valeu!

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    • Mister Cadu, um salve pra ti!

      Vamos lá:
      1 – Jogue Einhander. Sério, se tu gosta de shooter vai gostar do game.
      2 – Castlevania: Bloodline é o melhor jogo da franquia dentre os disponíveis para 16bit. Lembre-se disso quando for fazer sua maratona com a franquia. Fale assim: ah, o Farnezi me disse isso mesmo”. Kkkkkk!
      3 – Gostaria muito, no futuro, de saber dessa sua “birra” com Chrono Cross. Poderia, em algum momento, aqui ou no seu blog, discorrer sobre isso?

      Os destaques são esses.
      Espero que se torne figurinha recorrente por aqui.
      Abraços!

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  4. […] Desocupado => Paulo Victor Gamerniaco => Eduardo Farnezi Gamer Caduco => Caduco Jogatinas Saudáveis => Vigia Locadora Resident […]

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  5. Diogo Batista disse:

    Opa, demorei mas dei as caras por aqui, Farnezi!

    Pokémon Fire Red

    Acho que só ganhando um controle desses para eu jogar mais no celular.Tentei emular algumas coisas, mas não dá, acabo abandonando. Não fugindo do assunto, gosto de Pokémon Fire Red, um dos poucos que joguei e terminei mais de uma vez. Só que não sou lá fã de Pokémon.

    Final Fight One

    Fiquei mais intrigado por saber que tem todos os cenários, vou dar uma chance a ele. Até porque eu adoro Final Fight.

    Tekken 5 e 6

    Eu quero aprender a gostar de Tekken novamente, porque só me vem a cabeça o Tekken 3 sempre penso na franquia. Joguei recentemente o Tekken 7 e apanhei feito horrores. Me ensina? hahaha!

    Crisis Core: Final Fantasy VII

    Olha só que da hora, mais um que fala super bem do jogo. Queria gostar mais dele, mas o fandom meio que tem feito eu começar a olhar torto para o jogo. E eu tenho ele comprado na minha conta Steam e não o terminei, abandonei. Acho que é hora de voltar a ele, até porque minha meta é terminar todos os games que eu sempre quis fechar. Já coloquei na lista aqui, me cobre em 2021.

    The 3rd Birthday

    Eu sei que tu não gostou, mas esse dai eu fechei e achei bacana, só não tem absolutamente nada a ver como o conheciamos com Parasite Eve, hahaha!

    Golden Axe vingança do Addler Sandler – Momento Caduco Gamer

    Golden Axe é uma franquia que eu gostava quando moleque mas parei de curtir na fase adulta. Joguei as do Mega e achei um tanto lento, me incomodou demais.

    Rapaz, que lista gigantesca. Nunca mais reclamo da lista do Cadu.A partir de hoje tu é o rei das listas quilométricas, hehehe!

    Meu intuito era ler todas e responder uma a uma, mas não vai rolar. Não disse que não li, olha lá, hein? Eu li tudo, mas priorizarei as que tive mais afinidade, afinal, escrevo em um bloco de notas a medida que leio seus comentários sobre os jogos que jogou.

    Devil May Cry V é um game que tenho muita vontade de jogar, mas infelizmente é um gênero que não me prende muito. Talvez por conta das inumeras horas de DMC III. Tentei jogar o 4 e não gostei. Sou chato, deve ser isso.

    Tekken 7 eu joguei, gostei, apanhando horrores, mas a sua frase “A grande vantagem de Tekken 7 frente a seus concorrentes de gênero é o quão ele é acessível para quem quer jogar só casualmente e ao mesmo tempo o quanto é profundo e complexo de se dominar.” faz total sentido. To apanhando mas gostando bastante do jogo. É um game que pretendo comprar mesmo ele fazendo parte do catalogo do game pass.

    Death Stranding não joguei, achei bem louco tudo o que vi, e apesar de ser ter um foco grande na narrativa, ele te solta no mundo de maneira livre para que você possa criar as conexões. É um diamante bruto, falando superficialmente.

    Gosto de Shenmue, ele representa muitas coisas boas. Cheguei a escrever sobre ele no site.

    Rise of Tomb Raider é tudo o que você disse. Apesar de ser muito melhor tecnicamente do que seu antecessor, não tem o mesmo clima, acho eu. Gosto muito do primeiro, tanto que fechei no X360 e a versão Definite Edition no Xone. O Rise eu posso esperar mais alguns anos antes de retornar, haha!

    Persona 5 ta na minha lista de Mus Play Before i die.

    No geral gostei bastante da sua lista, até salvei aqui pra buscar alguns games dela. Como você citou lá no meu site.

    “Quando se viaja, acredito que a comida regional é uma das melhores (se não a melhor) maneiras de se conhecer a cultura daquele local. Usando paralelamente essa analogia, para mim, o Meme Gamer é o momento em que eu conheço um pouco melhor cada um dos participantes dele enquanto gamer. Eu adoro.”

    Faço da suas as minhas palavras! Obrigado por compartilhar sua experiência conosco.

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  6. Agora entendi porque você alterou o nome do blog, pela quantidade de jogos jogados no ano, “A TV Vai Estragar!” mesmo.. rsrs

    Bom vamos lá, vou começar pelos jogos que coloquei (ou já estavam) na minha lista para jogar (imitando um pouco o Cadu):
    – Quack Shot: Desde que comecei a colecionar, eu tenho esse jogo no meu radar, mas ainda não joguei pois queria jogá-lo no próprio console, mas como é difícil encontrar jogos baratos ultimamente, vou ter que parar de”frescura” e jogar em algum emulador mesmo!
    – TMNT Hyperstone Heist: Mesma coisa que Quack Shot, e esse é pior ainda em questão de raridade;
    – Golden Axe I e II: Lembro de ter jogado na casa do meu primo na infância, mas foi só.. Acredito que quando eu re-jogar terá um pingo de nostalgia;
    – Castlevania Bloodlines: Indiscutível, tenho que jogá-lo;
    – Adventures of Batman and Robin: Lembro de ter alugado na época, mas tinha me esquecido completamente dele, bateu a vontade;
    – Sunset Riders: Acredita que nunca joguei?
    – Chrono Trigger: Acredita que nunca joguei? #2
    – Chrono Cross: Acredita que nunca joguei? #3
    – Metal Gear Rising: Tenho adiado eternamente esse jogo, mas quero muito jogá-lo! Falta de tempo é foda!
    – Shadow of the Colussus: Comprei faz pouco tempo, pretendo começar em breve;
    – Mark of the Ninja Remastered: Não conhecia, me interessou!
    – Shenmue I & II: Estão na minha prateleira pegando poeira, preciso colocar para jogar!
    – Death Stranding: Estou com um pouco de receio, gosto demais dos trabalhos do Kojima, mas estou esperando desafogar um pouco as coisas por aqui antes, será que só estou perdendo tempo?
    – Devil May Cry V: Quero jogar mesmo sem conhecer a franquia, será dá certo?

    Agora, alguns dos jogos que já tive experiência:
    – Castlevania SotN: Baita jogo! Joguei ele fora de época e o bicho é quase impecável!
    – Ace Combat 3: Curtia demais a série no PS1, e fiquei até com vontade de pegar esse último que saiu!
    – Metal Gear Solid: Quando vi o título do jogo aparecendo quando lia seu post, fiquei até com medo de ler. Mas aí quando li, yeah.. mais um fã de MGS! Para mim ele não é só um dos melhores jogos do PS1, como de todos os tempos (desculpa Cadu);
    – Vanquish: Joguei e curti bastante, mas não cheguei a terminá-lo;
    – DOOM: Que jogo! Sofro do mesmo problema do Cadu, jogos modernos de FPS me causa enjoo, mas impressionantemente esse não me causou, só isso já fez eu adorar o jogo. kkk;
    – GT Sport: Gostaria de me dedicar mais ao jogo, gostei bastante dele!
    – Rise of the Tomb Raider: Sou fã da franquia, joguei esse no 360 quando saiu (inclusive pegando os 1000G). Comprei recentemente para PS4 e pretendo jogar de novo;

    Baita post, apesar de longo, a leitura é extremamente prazerosa! Mandou bem, que esse ano seja recheado de jogos assim!
    Abraço.

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  7. Paulo Victor Soares de Macedo disse:

    sua lista foi a união perfeita entre gerações parabéns !

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  8. […] problema acima citado, quem leu minha participação no Meme Gamer do ano passado (para ler, clique AQUI) sabe que ele só não foi o melhor jogo que joguei no ano passado por conta de Devil May Cry […]

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